Fortuna
Vá coração além de mim,
Declame sem medo o vento,
Cante e voe sem limites,
Espalhe minhas emoções por aí,
Volte apenas quando me encontrar.
Ao chegar estarei debruçado na janela,
Olhando a estrada além das montanhas,
Perscrutando as coisas simples,
Com uma xícara de café nas mãos,
Sorrindo ao mundo sob meus pés.
Pergunte aos pássaros meu nome,
Quando ouvir não diga nada,
Apenas siga seu caminho,
Minha singular existência te espera,
Sentando na varanda olhando o céu.
Ao avistares uma casinha no sopé da montanha,
Diga ao velho homem regando o jardim,
Que amar vale a pena até mesmo na dor,
Ao certo ele te agradecerá com um sorriso,
Siga teu destino até encontrá-lo.
Ao chegar não procure a casa,
Não estará mais lá,
Também não me procure,
Fui embora com meu amigo,
Sem nunca tê-lo deixado.
Ao partir nas aventuras da vida,
Caminhei contigo em todo tempo,
Segui o seu sábio conselho,
Aprendi a amar no silêncio,
Seguindo o por do sol para a eternidade.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Declame sem medo o vento,
Cante e voe sem limites,
Espalhe minhas emoções por aí,
Volte apenas quando me encontrar.
Ao chegar estarei debruçado na janela,
Olhando a estrada além das montanhas,
Perscrutando as coisas simples,
Com uma xícara de café nas mãos,
Sorrindo ao mundo sob meus pés.
Pergunte aos pássaros meu nome,
Quando ouvir não diga nada,
Apenas siga seu caminho,
Minha singular existência te espera,
Sentando na varanda olhando o céu.
Ao avistares uma casinha no sopé da montanha,
Diga ao velho homem regando o jardim,
Que amar vale a pena até mesmo na dor,
Ao certo ele te agradecerá com um sorriso,
Siga teu destino até encontrá-lo.
Ao chegar não procure a casa,
Não estará mais lá,
Também não me procure,
Fui embora com meu amigo,
Sem nunca tê-lo deixado.
Ao partir nas aventuras da vida,
Caminhei contigo em todo tempo,
Segui o seu sábio conselho,
Aprendi a amar no silêncio,
Seguindo o por do sol para a eternidade.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
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