Águas dos rios, que passam, e vão ao mar se juntar.
Mágoas da vida que marcam e insistem em no peito morar.
Porque o viver não faz, como nas águas do mar acontece,
As mágoas evaporarem e subirem aos céus como preces.
Ela se foi com as águas, na barca que cruza o rio,
Não me restaram esperanças, só no coração um vazio.
Assim, desaguei de saudades, na foz de tamanha tristeza
E minhas mágoas molharam, as águas do mar, com certeza.
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