ABSOLUTAMENTE
Nem tudo se revela
Quando já evidente
Seja absolutamente
Humano ou místico
Do oceano vê-se somente a superfície
Do infinito
Aquilo que o olho enxerga à frente
Cru ou verdadeiramente artístico
Somos o engano da aparência
Quando achamos que o belo
Docemente deixa de ser feio
E a feiura traduz-se
Por desconforto impertinente
Conceituamos por beleza
O que nos apreende
E repreendemos na grandeza
O que recusa o absurdamente
Se mal acreditamos no real
Que dirá deus de nossa mente!
Quando já evidente
Seja absolutamente
Humano ou místico
Do oceano vê-se somente a superfície
Do infinito
Aquilo que o olho enxerga à frente
Cru ou verdadeiramente artístico
Somos o engano da aparência
Quando achamos que o belo
Docemente deixa de ser feio
E a feiura traduz-se
Por desconforto impertinente
Conceituamos por beleza
O que nos apreende
E repreendemos na grandeza
O que recusa o absurdamente
Se mal acreditamos no real
Que dirá deus de nossa mente!
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