Flagelo do amor
Flagelo do amor
Todo mundo se machuca,
Em algumas estradas do amor,
Coração teimoso que nunca escuta!
Porque insiste em provar tal dissabor?
Dissabor da venenosa amargura,
Travestida com seu lindo traje de gala,
Palavras lindas de doçura,
Que emudecia a minha fala.
As artimanhas desse pensar,
Nesse momento insalubre,
E essa dor que insiste em me torturar.
Porque meu pensamento se ilude?
Dor grande e imensurável,
Que congela o fundo da minha alma,
Dor de um amor inexplicável,
Que me mata com muita calma.
Estou morrendo em meu leito,
Me esvaziando bem devagar,
Como o esvaziar do meu peito,
É essa dor de simplesmente amar.
Amar sem poder mudar o fato,
Sendo impotente diante da situação,
Necessário ter muito tato,
Para não me perder nessa emoção.
Que eu tenha bastante força,
Para navegar nesse rio de incertezas,
Me sinto como se estivesse numa forca,
Ou a deriva nessa triste correnteza.
Lourival Alves
Todo mundo se machuca,
Em algumas estradas do amor,
Coração teimoso que nunca escuta!
Porque insiste em provar tal dissabor?
Dissabor da venenosa amargura,
Travestida com seu lindo traje de gala,
Palavras lindas de doçura,
Que emudecia a minha fala.
As artimanhas desse pensar,
Nesse momento insalubre,
E essa dor que insiste em me torturar.
Porque meu pensamento se ilude?
Dor grande e imensurável,
Que congela o fundo da minha alma,
Dor de um amor inexplicável,
Que me mata com muita calma.
Estou morrendo em meu leito,
Me esvaziando bem devagar,
Como o esvaziar do meu peito,
É essa dor de simplesmente amar.
Amar sem poder mudar o fato,
Sendo impotente diante da situação,
Necessário ter muito tato,
Para não me perder nessa emoção.
Que eu tenha bastante força,
Para navegar nesse rio de incertezas,
Me sinto como se estivesse numa forca,
Ou a deriva nessa triste correnteza.
Lourival Alves
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia