Solitude.
Nesta soledade, nesta misantropia
Conjecturo no voltívolo, no iniludível
O imprescindível, e o sublimável
Que no vergastar, e no golpear
Hodierna no borboletar
De uma única borboleta, em seu voar.
E ao devanear neste insulamento
Neste tão cruel isolamento
Sinto no flamejar do arcabouço
O palpitar, deste ignòbil rosto
Que ao forcejar o cativar, é cativado
E que ao parodiar o sol, é estorricado.
Portanto neste traquejo, o alijôfar
Não faz mais que confirmar o próprio ratificar
De um cerne enterrado no enrreigado eremitério
Donde as flores borbulham mortas qual um cemitério
E nos forames de tão enfarruscadas lápides
Nestas tão exorbitantes e terríveis soturnidades.
Dimanes a Hidra, donde provém tantos cabeçotes
Emblemando os remates de evieternos desenlances
Enquadrando em si o sodalício de tão côncavos desempates
Com tantos seres, quanto acaba de leres
Detendo equidistantes os olhares, os pensares
Envolvendo os finamentos, os fenecimentos.
De um exílio, que locomove-se, conquanto no fim volta-se
Às primícias da antropofobia e que portanto propicia a abstenção
Do ligar-se á outrem, enquanto aflige-se da privação
Da complacência, e da afeição que expor-se-ia, e então
Nesta soledade, nesta misantropia
Conjecturo no voltívolo, no iniludível
O imprescindível, e o sublimável.
Conjecturo no voltívolo, no iniludível
O imprescindível, e o sublimável
Que no vergastar, e no golpear
Hodierna no borboletar
De uma única borboleta, em seu voar.
E ao devanear neste insulamento
Neste tão cruel isolamento
Sinto no flamejar do arcabouço
O palpitar, deste ignòbil rosto
Que ao forcejar o cativar, é cativado
E que ao parodiar o sol, é estorricado.
Portanto neste traquejo, o alijôfar
Não faz mais que confirmar o próprio ratificar
De um cerne enterrado no enrreigado eremitério
Donde as flores borbulham mortas qual um cemitério
E nos forames de tão enfarruscadas lápides
Nestas tão exorbitantes e terríveis soturnidades.
Dimanes a Hidra, donde provém tantos cabeçotes
Emblemando os remates de evieternos desenlances
Enquadrando em si o sodalício de tão côncavos desempates
Com tantos seres, quanto acaba de leres
Detendo equidistantes os olhares, os pensares
Envolvendo os finamentos, os fenecimentos.
De um exílio, que locomove-se, conquanto no fim volta-se
Às primícias da antropofobia e que portanto propicia a abstenção
Do ligar-se á outrem, enquanto aflige-se da privação
Da complacência, e da afeição que expor-se-ia, e então
Nesta soledade, nesta misantropia
Conjecturo no voltívolo, no iniludível
O imprescindível, e o sublimável.
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