A um ódio antigo
A um ódio antigo que trago comigo
A uma raiva amarga que embarga
Pensamentos coerentes em displicentes
Não sabeis vós
Não sabeis vós
O que nunca vos confessarei
Do que restará enterrado
Apartado, nada, ausência de legado
Pois quem já partiu nunca terá chegado
Pois quem vos diz
Pois quem vos diz
É filho de um ódio antigo e nunca partido
É quem levantará ferro de deixará um berro
Um ulular incessante uma raiva lancinante
Que nunca haverá doravante
A uma raiva amarga que embarga
Pensamentos coerentes em displicentes
Não sabeis vós
Não sabeis vós
O que nunca vos confessarei
Do que restará enterrado
Apartado, nada, ausência de legado
Pois quem já partiu nunca terá chegado
Pois quem vos diz
Pois quem vos diz
É filho de um ódio antigo e nunca partido
É quem levantará ferro de deixará um berro
Um ulular incessante uma raiva lancinante
Que nunca haverá doravante
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