SABE-SE LÁ... TERRA À VISTA! [MANOEL SERRÃO]
Sabe-se lá se haverá outro acaso, outro ocaso, outro atraso.
Sabe-se lá se haverá outro negócio, outro divórcio, outro ócio.
Sabe-se lá se haverá outra osmose, outro abraço, outro ósculo.
Ó sabe-se lá...
Logo vos que nem o amor avistara, e sem o avir à dor que do ser habitara.
Sabe-se lá...
Sabe-se lá se o doce mel da aparência não é o amargo engano o elixir da mentira.
Sabe-se lá se os odiosos rancores ruidosos, não transformar-se-ão em mar de rosas, quão em morangos de perdões arrependidos ou mofados.
Sabe-se lá no até breve... sabe-se lá... sabe-se lá chegar? Terra à vista!
Sabe-se lá... Ó alvíssaras!!! Alvíssaras...
Sabe-se lá!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski