(psicotrópico)
plantar no mar
as estradas, abrir caminhos
sinalizar estrelas
perder o medo, ver moinhos
agora o tempo sobra
a tarde reparte silêncios
na sombra que sopra
a noite referenda o mito
mas cobra o preço do sacrifício
esses paraísos são meros artifícios
banais e fazem parte de um rito
rugir quando a lua surgir
ou esperar o que não é soul nem pranto
eis a cota do devaneio e do espanto
as estradas, abrir caminhos
sinalizar estrelas
perder o medo, ver moinhos
agora o tempo sobra
a tarde reparte silêncios
na sombra que sopra
a noite referenda o mito
mas cobra o preço do sacrifício
esses paraísos são meros artifícios
banais e fazem parte de um rito
rugir quando a lua surgir
ou esperar o que não é soul nem pranto
eis a cota do devaneio e do espanto
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