Deixa passar as águas, não as represe;
Águas paradas azedam
Deixa que o pássaro voe, não o detenha;
Sua prole aguarda o seu retorno
Deixa que as lágrimas vertam, não as contenha;
A alma também precisa excretar
Deixa que a dores se apaguem, não as reviva;
Basta a cada dia o seu mal
Deixa que os filhos partam, não os impeça;
Seus sonhos buscam a realização
Deixa que a vida escoe, não lamente;
Muitos nem chegaram a conhecê-la
Águas paradas azedam
Deixa que o pássaro voe, não o detenha;
Sua prole aguarda o seu retorno
Deixa que as lágrimas vertam, não as contenha;
A alma também precisa excretar
Deixa que a dores se apaguem, não as reviva;
Basta a cada dia o seu mal
Deixa que os filhos partam, não os impeça;
Seus sonhos buscam a realização
Deixa que a vida escoe, não lamente;
Muitos nem chegaram a conhecê-la
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2013-12-13
Deixe então rolar seus belos textos para comover nossos corações. Isto é o poeta Samuel da Mata. Carinho e aplausos
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