Enforcar da esperança
A espera é o enforcar da esperança
Esperança morrendo aos poucos vendo as horas passar
O tempo passa te deixando no vazio
Marcando mais um dia que nada mudou
Levando embora a esperança com o ocaso
O cair da noite sempre deixa um gosto de merecer mais
De querer ir além do que foi
Mas o dia terminou e nada foi feito
Tempo perdido não volta
Sabemos disso deis de que nos nasce a consciência de fim
Como então explicar o conformismo
Deixando que nos tirem o tempo que nunca voltará
E quando só se tem seus pensamentos de companhia
As promessas que as coisas mudaram no dia que vai começar
Que os erros serão novos e não os mesmo
Sábios são os que assim vivem a vida
Errando erros novos
Aprendendo com os que já cometera
Sábio assim sei que não sou
Pois aqui estou mais uma tarde
Perdida por alguém que não se importou
Esperança morrendo aos poucos vendo as horas passar
O tempo passa te deixando no vazio
Marcando mais um dia que nada mudou
Levando embora a esperança com o ocaso
O cair da noite sempre deixa um gosto de merecer mais
De querer ir além do que foi
Mas o dia terminou e nada foi feito
Tempo perdido não volta
Sabemos disso deis de que nos nasce a consciência de fim
Como então explicar o conformismo
Deixando que nos tirem o tempo que nunca voltará
E quando só se tem seus pensamentos de companhia
As promessas que as coisas mudaram no dia que vai começar
Que os erros serão novos e não os mesmo
Sábios são os que assim vivem a vida
Errando erros novos
Aprendendo com os que já cometera
Sábio assim sei que não sou
Pois aqui estou mais uma tarde
Perdida por alguém que não se importou
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
dopo la tempesta
depois da tempestade é que se sabe trabalhar cansa feito um teorema um dilema na conta do dia depois da tempestade gritos tardios dois r…
Darlan de Matos Cunha
canção para desfile de tropas
música para desfile de tropas aqui não se faz possível mas o mundo é vasto para tanto pasto para tanto risco gestor de si mesmo às avessa…
Darlan de Matos Cunha
Liberdades e opioides
Nem sempre à noite, mas de noite, sempre. As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio. Lá fora, o fumo passa ao dedo, em r…
Rafael Gonçalves
pender
pender feito cipó procurando algo mais do que o abrigo da árvore gigante busca-se o solo assim é pender de cabeça para baixo - que o noss…
Darlan de Matos Cunha