Quem se não cuida e nem sequer é druida
Não sei bem certo se a ilusão é intuição,
Sei que os meus bagos estão mais leves,
O pau não levanta, emburrado, velho,
Sem bedelho onde lhe interesse meter,
E a piscina tá cheia de gente q foi lá ter,
Sem nostalgia, a Foda da concretização,
A cabeça que fode e goza é o lobo frontal,
Mais uns pormenores de anatomia funcional,
O tesão mora cá na cabeça, e é quem dá autorização...
Devia ter errado e aceitado o povo fodido,
Simpático e distraido, com a tristeza incluida,
E transar rolar, rolé, mais mais,
Com a mulher da tuagem fodida na base da coluna, tesuda e banal….
Como uma ex Mulher linda, vejo a Camila finada, coitada.
(ou viva a rir do idiota, só o diabo sabe)
Eu cá que devia ter ficado em nome de tantas e muitos que mereciam mais,
Como uma xoxota, todas iguais,
E todas tão realmente diversas, divergentes diferentes,
Como os caralhos das misóginas gentes.
Ou não, mas a protuberância tão diferente,
O focinho do bichinho como o gansinho.
Como que diz fuck me from behind e não diz,
Plano desertado de vento enrolado de gente que se gosta mas não cuida…
Quem cuida dessa centralidade, dessa sentimental idade de calor dissipado
É aqui o meu amor da minha vida invertida, nesse amor roubado?
A mim Ele não se achaca…
A mim a minha boca não beija,
Acha-me um tesão
Como a carruagem de Tesalónica com Ludlum
Mas é o meu beco sem saída, mais nenhum,
Meu destino em ferida
Meu ferro de golpe de despedida.
Queria ser amado pela minha tesuda, que me fita com olhar lânguido,
E ouvir as palavras que ela joga ao vento enquanto me fala ao ouvido,
Me persegue nos meus sexadelos, nem sempre molhados, sempre molhada, duro
Porque, Foda-se,acordo, e muitas vezes a meio da noite para masturbar o perturbado
Que dorme a meu lado, rebola na cama e mama,
E sempre se esquece, metade dos dias pensa que não vive sozinho.
Há anos, patético, acorda sozinho surpreendido com a solitude que não é virtude
Teimosia e inferioridade da verdade de não saber porquê,
Porque é que algum ser humano o gostaria de ter de manhã na cama,
Divertido, saudosos LBGT+, de bem, povos caninos e caprinos,
Gatos e salamandras, dizem que são malandras….
Todos iguais, vivos e sexuais.
Que tenho eu que quero é não desejo dar o passo,
Homem do leme sem capa no barlavento frio, dança sem compasso.
Como a cabeça já dentro do laço lasso.
Que o ponteiro vai apertando o passo.
Uns mais partidos, outros ainda como quem diz… Vi Vivos.
E Vi em cima da pedra fria,
Desligados, escangalhados no mesmo dia.
PS:
No sei.
Cannot explain...
Tiro pé.
Queria era bala colorida...
Passo sem fé...näo tem até.
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