De incertitudine et vanitate scientiarum
Sicofantas do púlpito.
Sofistas do escárnio.
De joelho, beijam vossa face.
Na futilidade das coisas,
esculpem vãs acusações.
Trismegestiando elucubrações.
Oras, qual o preço da verdade?
Xenofantiando a imensidão
de meia verdades.
Não há moedas, ouro ou preço,
a se pagar pela verdade.
Não há suplícios a eterna-mentira.
Não há caminho maior que a verdade.
Verdadeira ilusão valsante
Escorrendo pelas lágrimas de seu rosto.
https://www.poesiasnonsense.com/2019/01/de-incertitudine-et-vanitate-scientiarum.html
Sofistas do escárnio.
De joelho, beijam vossa face.
Na futilidade das coisas,
esculpem vãs acusações.
Trismegestiando elucubrações.
Oras, qual o preço da verdade?
Xenofantiando a imensidão
de meia verdades.
Não há moedas, ouro ou preço,
a se pagar pela verdade.
Não há suplícios a eterna-mentira.
Não há caminho maior que a verdade.
Verdadeira ilusão valsante
Escorrendo pelas lágrimas de seu rosto.
https://www.poesiasnonsense.com/2019/01/de-incertitudine-et-vanitate-scientiarum.html
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