Não estão nos vedas, adi-buda! Rigveda, iajurveda, samaveda ou atarvaveda. Nem nos cinco budas da meditação: Samantabhadra, Ratnasambhava, Amitaba, Akshobya, ou Amogasidi
Bodisatva busque a infinita senciência O verdadeiro sentir. Não há dragão, leão, pavão, elefante ou garuda.
O samsara manterá seu fluxo incessante de renascimentos. Do atma ao atma, supraconsciente, deverás, então, emergir por naraka, preta, animal, manusya e asura.
Bodha, “Buddha”, ou Buddhi, o conhecimento divino chegarás até teu “ego”
E, só então, terá o discernimento do bem e do mal, a “consciência divina”; e a “Alma Espiritual”
Ó Senhor, tendo criado todas as coisas, submetidas a Ti, desejou à perfeição O divino e terreno-mundano, com corpo grosseiro e terreno, mas alma espiritual e celestial
Estivesse em busca da perfeição Desejou-o durante toda a criação, a expiração e inspiração do Todo-nada, de dentro de Ti manifestou o sopro primordial
Submeteu, então, toda a terra e seus habitantes, e forneceu meios para que anjos se tornassem familiares
Alguns destinados a regular os astros, outros para habitar os elementos primordiais, outros para ajudar e orientar os homens, outros para cantar continuamente tuas glórias
Ó fractal divino, nove emanado nas duas dimensões primas Manvantara de manifestação, pralaya, da não-manifestação
Mulaprakriti dos fenômenos, Vórtice físico, psíquico ou mental Fohat e akasha de toda a existência, Éter dos antigos, quintessência, Quinta ponta do pentagrama
Dai-me humildade, dai-me sapiência Recupera-me as memórias esquecidas no grande oceano primordial
Caduceu, da serpente que repousa sob o osso sacro Desperta-lhe, atravesse swadhisthana, manipura, anahata, vishuddha, ajna e sahasrara
Chega-lo-ei ao nirvana, parabrahman Princípio Onipresente, a Seidade Una, Absoluto, Raiz Sem Raiz Eterno, Sem Limites, Imutável e Incognoscível, Desde a morte de Krishna até o fim dos tempos