A madrugada
A culpa é dos trovões em mim,
Esses que se apoderam do meu ser,
Quando vão embora
Fica a briza que me abraça
E me faz crescer.
Então escrevo durante esse breve momento,
Entre os trovões e a briza
raros momentos que acontecem sem eu mandar,
assim sem eu querer.
Escaços momentos iguais á madrugada,
aquela que se sente, que se cheira,
que não queremos ver terminar,
que não queremos esquecer.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski