Sonetinho solitário

Há poesia que sai da gente
Dando vivas ao regozijo
Outras que ficam latentes
No fundo do esconderijo

Nenhum verso é inocente
Adverte o juízo mais rijo
Nas entrelinhas a semente
Da canção que lhe dirijo

Da rima triste e evidente
Na solidão me corrijo
Cego e por vezes crente

Se um ou outro verbo alijo
 Importante que tente
Levar razão ao que redijo
255 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.