Quadrinhas dispersas
i.
Seria a suspeita
Uma via um caminho
Dúvida à espreita
Na ponta do espinho
ii.
Se a lua tão cheia
Irrompe a janela
No meio da ceia
Qual é que é a dela
iii.
O rapaz tão galante
Nunca em desalinho
Vai com jeitinho
Com a moça elegante
iv.
Menina que sonha
Acorda radiante
Não lava a fronha
Que ideia brilhante
v.
O senhor de respeito
Tinha um só defeito
Se achava um bacana
Da história romana
vi.
A velha sem memória
Escondia os fatos
Contava os gatos
E os tempos de glória
vii.
O sol vem corado
De ruge na face
E eu no arado
Na nossa interface
viii.
São versos dispersos
Pedindo arrego
No universo perverso
Que não dá sossego
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*