Se quer saber quem sou eu, olhe pela janela. Por aqui tu tem um caminho fácil de desvendar a insanidade de minha mente. a audácia de viver e a coragem de ser errada. Não sou diferente de muitos. jovens quebrados. se fazem pela queda. vivem de angústia e correm sem parar. Quero ser importante. quero ser limitada. quero a diferença. A vida fula atrapalha. quando irei retornar pra casa? Essa janela já tem cansado, e realmente, a doce morte, nada mais é, do que minha libertação. Nunca serei eu, se não estou no grande dilúvio do imenso. É insignificante agora. sem distrações é mais fácil pensar que a vida é uma cadeira de espera.
Só lembro da saudade.
Só lembro da saudade.
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