Noite exorbitante



A noite exorbitante apascenta um luar
E uma escuridão absolutamente redundante
Alimenta até este implacável silêncio
Esgravatando um breu felino e intimidante

Ao relento dormitam luminescências quase
Fantasmagóricas, deixando no epicentro
Da alma um lamento ruir tão alegórico qual
Osmose de prazeres colossais e meteóricos

Frederico de Castro
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