POÉTICOS
Paulo Sérgio Rosseto
A minha boca
É um velho copo pedindo água
Para um lodoso pote pela metade
De um surrado corpo cheio de sede
Tua generosidade
Oferta-me em taça de cristal fino
O verde extrato das uvas raras
Jovial chianti servido em jarras
Inebriante néctar divino
Somos o contraponto
Entre o ébrio e o equilíbrio
Líquidos porém éticos
Herméticos ainda que sóbrios
Absolutamente líricos
Hoje também é dia de vinho
@psrosseto
@taperapua_editora
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski