arrombo
é. a cidade foi o seu rosto de susto,
depois, foi-se a meter como freguesia,
dentro do seu corpo.
a cidade foi só ele, sem, resistência.
quase que esquecemos de ser, por momentos. só grandes mudos.
Aquele lugar mais a norte que rompe,
onde nasce a iniciação e todo o promontório, de maus homens,
cheios de bons costumes, antepassados costumes.
ainda que os deuses andam a estagiar nessas nossas maneiras estranhas,
de ser um mero homem, já quase sem nome com idolatria no sangue.
era só uma voz que ecoa por toda a parte da cidade.
As vezes a cidade era um buteco plantado de mariposas.
ali perto dos olhos, todas as fragrâncias e traços das agua:
migram para dentro as suas próprias lágrimas,
era só um homem grosso que quebrava em pé,
mais a frente não se entendia porquê crescia mais que o corpo,
talvez fosse ele o homem do seu sorriso, se não, é a extensão do monte, graciosa
andavam a viver disfarçados um, na cara do outro.
talvez uma cabeça inteira fosse mais importante que certos papeis,
timbrados para amputar certas portas,
mesmos as invisíveis, a varapaus e cabeçadas em grossos ventos e chuvas,
as vezes empurrava o país, e por ai ficamos
e por ai ele ficou.
talvez, era só a entoação da morte
entoando as canções de outono nas folhas,
de um coração que demora em mudar de maneiras vivas,
em pele meramente humana,
que gasta, sangra e morre.
depois nem isso
nem nome,
nem a imagem do homem,
só medo das coisas
sem espanto e sem a cara.
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