Sair da caverna
Faz-se mais difícil do que parece
Em um mundo cercado por sombras
Demasiado faz-se o sofrer
O manto de ilusões nos cobre por inteiro
A vida torna-se escura
Tudo se torna perecível
Apenas nos resta o saber
Na ausência a vida se torna evidente
Aqui tudo se torna igual
Tudo de essencial se faz equivalente
A tudo que não podemos ver
Das brechas que se abrem pouco se vê
Das vozes que se partem pouco se ouve
As luzes permanecem quase sempre apagadas
Há sempre como retroceder
Mas sempre que a luz retorna, faz morada
Despe-nos de tudo
Das nuvens foscas, dos olhares amedrontados, do som que nos carece muito
E tudo volta-se a aprender
E isso hei de reconhecer
Faz-se mais difícil do que parece
Em um mundo cercado por sombras
Demasiado faz-se o sofrer
O manto de ilusões nos cobre por inteiro
A vida torna-se escura
Tudo se torna perecível
Apenas nos resta o saber
Na ausência a vida se torna evidente
Aqui tudo se torna igual
Tudo de essencial se faz equivalente
A tudo que não podemos ver
Das brechas que se abrem pouco se vê
Das vozes que se partem pouco se ouve
As luzes permanecem quase sempre apagadas
Há sempre como retroceder
Mas sempre que a luz retorna, faz morada
Despe-nos de tudo
Das nuvens foscas, dos olhares amedrontados, do som que nos carece muito
E tudo volta-se a aprender
E isso hei de reconhecer
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