Onde está o erro?

A escada solitária presa ao corrimão
Do tempo, ali não mais está
A porta de esguelha fecha-se quiçá
Ao lado de cinco degraus mais acolá
Com elegância e delicadeza se desenha
Esta obra prima qual pantomina estilística
Estatelada entre as couceiras e a maçaneta
De uma engenhosa arquitectura tão heurística
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Entre a Jura e o Cumprimento
Entre a jura e o cumprimento
da palavra em florescimento
primaveral de Lignum Vitae,
Nós, com os olhos fechados
e plenos de e…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A n o 1964
Mil novecentos e sessenta e quatro foi o tempo que passou - a dez quilometros da costa brasileira... exatamente na costa do espirito …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Tudo nascerá por si só II
Aos domingos nossa rua do bairro fica deserta... fico sentado na varanda observando o silencio e um vento frio - com umidade bem alta. ol…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Um lar.
Minha vida vagueia sobre esta terra a qual tem quinhentos metros quadrados de vivência durante cinquenta e seis anos ... minha alma dói …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*