
Eu temo e temo tudo.
e nem sei por que eu temo.
Perco-me pelas trevas sem fim.
Tenebrosa escuridão do céu de meio dia.
Amedrontado em plena terra de homens bons.
Se a contemplo por muito tempo, eu temo.
Que mistério é esse do bom cidadão?
Não sei por que padeço de horror! Pois é algo cotidiano.
Um náufrago da vida.
Eu sou um navio sem mastros,
Eu sou um navio sem mastros,
pois o mesmo se perdeu na tempestade de ilusões.
(Joathã Andrade)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Ondas do mal.
É por isso que todos gostam que a palavra amor impere... para evitar um mal maior - que o própio corpo sustenta no seu coração. As onda…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Vale Mais
*
Vale Mais
Não vale a pena ir a pensar demais em coisa alguma, sentir os fluxos dos arredores e os meus influxos é mais, …
José Leva y Wimmer (José Levio, L.József)
Vale Mais (O Elogio do In-concreto)
*
Vale Mais
Não vale a pena ir a pensar demais em coisa alguma, sentir os fluxos dos arredores e os meus influxos é mais, …
José Leva y Wimmer (José Levio, L.József)
Ready for heaven
Ready for heaven Sky so pure above Calling for me All the long days blessed together God I can't wait to go to Heaven Heaven waits quietl…
Aldo gabbay kraas