CAMPO DE LEMBRANÇAS.

Ele pega sua ferramenta e vai para o campo.
Ele ara o campo, como seu avô o fez antes dele e seu pai também.
Aquele campo cercado de lembranças.
Ele cresceu, criou e morreu ali.
O sol jaz ao alto.
Tamanho meio dia ele ainda persiste na terá seca e batida.
Ali a água de seu suor rega as sementes.
Seu local particular.
Seu lar infinito de lembranças.
Ao final do dia sua enxada jaz de lado.
O sol se põe tão logo como nasceu.
Junto com as lembranças de sua infância seca.
Ele levanta e vai para casa,
pois amanhã deve voltar e regar novamente as lembranças no campo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski