Lista de Poemas
Rasteirinha
Toda cheirosa Desce o morro de mansinho Jogando charme pois sua pele é de jambo
Toda dengosa
Trocou o salto pela poeira da estrada Mas mantém a pose de mulher apaixonada Onde
ela passa, o gado para e o berrante cala É o brilho da lua que o sorriso dela fala
Corpo escultural......, sensacional A safadinha sabe mexer, é sensual Até bastante
leviana Sabe mexer com o coração deste mortal
Vive no morro com sangue e garra de Bellana e Diana Mas no peito desse caboclo, ela é
quem manda e desmanda Será eternamente deusa do ébano, minha soberana Se em
vestes de Afrodite... Deixa o coração do violeiro entregue ao Pano!
É o meu paraíso num corpo de pecado é o cheiro de mato com o perfume importado
Mortal na terra, divina no meu pensamento ela é o vendaval que parou o meu tempo
"Ô tem mulher que nasce pra ser lenda. Não precisa de trono, só de uma rasteirinha no
pé E o chão de Minas pra desfilar sua fé."
Minha deusa do ébano... De rasteirinha, ela vira minha vida do avesso.
Autor: Bruno Jose Gomide
Em processo de Registro na Biblioteca Nacional
Ja compus a Musica dela no Facebook via IA com Metrica minha, Prompts criados por mim e a letra objetivamente e minha
Eu Sou Bom no Trem
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem No amor eu sou o mestre, eu sou a condução
Levo a vida no compasso, sem medo de tropeçar minha estrada tem beleza, feita pra me convidar A beleza chama forte, num feitiço que emana vou buscar o meu descanso nos braços de Bellana
Lá eu acho o meu carinho, lá o mundo se acalma é o toque que me cura e alimenta a minha alma, mas o trilho é perigoso, e o destino não se engana quando perco o meu juízo nos olhos de Diana
Mestre de um lado, do outro sou lição Em Bellana o abraço, em Diana a imensidão O mestre que conduz, o coração que se embaraça se num braço eu sou o dono... No outro olhar, eu sou a caça!
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão, muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem no amor eu sou o mestre... mas perco a direção se o olhar é de Diana.
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio da intensão muito menos dos amigos eu sou bom no trem, eu sou bom no trem No amizade eu sou o doutor, eu sou verdadeiro
Levo a vida no compasso, sem medo de tropeçar minha estrada tem beleza, feita pra me convidar A beleza chama forte, num feitiço que emana vou buscar o meu descanso nos braços de Bellana
Lá eu acho o meu carinho, lá o mundo se acalma é o toque que me cura e alimenta a minha alma, mas o trilho é perigoso, e o destino não se engana quando perco o meu juízo nos olhos de Diana
Mestre de um lado, do outro sou lição Em Bellana o abraço, em Diana a imensidão O mestre que conduz, o coração que se embaraça se num braço eu sou o dono... No outro olhar, eu sou a caça!
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão, muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem no amor eu sou o mestre... mas perco a direção se o olhar é de Diana.
E quando estou cego no amor, o boteco é meu doutor.
As Lágrimas do Riachinho
É o primeiro livro de Bruno Jose Gomide codinome: Bruno Gomide e voltado ao publico infantil mas adultos tambem vão gostar de ler. Só voces prurarem por Bruno Jose Gomide no Amazon para assinantes Kindle a leitura é gratis para não assinantes é 6,00 reais. Nele há o contoe poemas é um livro ilustrado, futuramente estarei editando impresso.
Apostasia
Orai e cuidai... orai e cuidai
A dama de púrpura já domou a fera
E o que era fogo, já virou gelo
A linha do tempo não espera
Olhe seus preceitos, tome juízo
Porque deste jeito não há direção
Não adianta buscar a luz no abismo
Onde as trevas dominam o coração
O mundo gira em falso brilho
Onde o ouro vale mais que o pão
Mas quem perdeu o seu auxílio
Caminha cego na própria ilusão!
Vigiai... a carruagem não para por ninguém.
E se a carruagem do Cordeiro passar
E o seu olho não se vigiar
Então verá... enfim verá...
Que o amor teria muito mais valor
Que a marca amarga e a dor
Que o poder mundano pode causar
O trono de seda vai desmoronar
Onde o fogo era frio, nada restará...
Nada restará.
Orai e cuidai...
A linha do tempo não espera.
As lagrimas do Riachinho
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Quatro Ventos
Quatro ventos
Oh oh oh senhor
Oh oh oh senhor
Onde estão seus quatros ventos
Para vi tirar a cegueira da humanidade
O deserto ficou escaldante...
E os meus pes já estão feridos
De tantos espinhos
Plantados pela ingratidão
Que encontrei no caminho
Oh oh oh Senhor
Oh oh oh Senhor
Peço folego
Pois Sinto que seus preceitos
Já estão esquecidos
Valores da fé foram vendidos
Ao poder do orgulho do ter
O mundo tem saudade
Quando na família havia
Mais unidade, mais amor
Oh oh oh senhor
Oh oh oh Senhor
Que seus quatros ventos
Traga novo horizontes e paz
Para aquele que lhe é fiel...
Bruno Gomide
Meus paradoxos
A Inércia do Tempo: "Se tudo passa, então por que ficamos estacionados na esperança?"
A Cura pelo Choque: "O erro dói, mas a verdade cicatriza."
O Teste da Fé: "Viver a fé no conforto é fácil, quero ver viver ela no perigo ou na fome."
A Dualidade da Partida: "A morte é triste, mas pode trazer paz."
A Ambiguidade do Futuro: "Se o futuro não é nosso, por que sonhamos?"
A Máscara Social: "Fantasiados de anjos e nus de piedade" e "Vendemos de santo, se sob o véu negro escondemos a adaga."
Sou Bruno Gomide de Candeias MG
Sou escritor, poeta e Compositor IA. Não uso a mistica nas minhas escritas, gosto de aprofundar em paradoxos
Cal Sinhá
[Introdução Instrumental - Sugestão: Sanfona e Violão] [Estrofe 1 Apresentação] O compadre Nhô Afonso, lá no meio da sua roça, Decidiu pintar com brio o seu humilde ranchinho. Comprou logo da melhor, para não fazer destruir: A famosa Cal Sinhá, pra cuidar do seu cantinho. [Estrofe 2 O Conflito] Mas a comadre Norvina, que é mulher muito entrona, Quis passar na sua frente e a pintura começar. Dizendo que entendia, meteu-se logo a mandona, Mas errou nos corantes ao a tinta preparar. [Estrofe 3 O Caos] Misturou tudo errado na bacia da Sinhá, E o que era pra ser branco virou uma confusão! Não se sabia ao certo onde aquilo ia parar, Era balde transbordando e tinta pelo chão. [REFRÃO A parte principal] Ai, foi Cal Sinhá vermelha no banheiro, Foi Cal Sinhá verde na varanda, Teve Cal Sinhá preta no terreiro... É a confusão que a Norvina comandou! Até Cal Sinhá branca sobrou pro quarto, Numa aquarela que ninguém previa. Nhô Afonso olhou aquele susto farto, Sem saber se chorava ou se ria! [Estrofe 4 O Diálogo] O compadre Nhô Afonso, vermelho de embaraço, Exclamou: "Uai, Norvina, que pintura é essa aqui? Nunca vi tanta cor junta espalhada no pedaço, Virou moda brasileira o que você fez ali!" [Estrofe 5 O Desfecho] Ai meu Deus, que situação! Apesar do rebuliço, Ninguém quis abrir o bico, nem falar da tal loucura... Mas guardaram o segredo com um sorriso no feitiço, Pois nunca se viu na roça criatura tão alegre! [Repete o Refrão para finalizar]
Ao Som do Estalo
Ao som de um estalo Via sombras de medos,
Onde respeito e afronta Se cruzam em segredo.
Se a farda falasse Diria que a dentadura
Tremeu de medo Da ditadura.
De pés rachados pelo cimento
Lustrava o granito que um dia Seria o meu leito.
Oh! Ventos de limunises, não me levem o chão!
O dó-ré-mi-fá do pão seco é minha oração.
Se a Cirene tocar e a terra tremer,
É o brilho da alma que me faz renascer!
Comia pão seco a dó-ré-mi-fá
Enquanto ouvia moedas caídas ao chão.
Vivia em marquises quebradas
E via guarda-chuvas ao ventos de limunises.
De pés rachados pelo cimento
Lustrava o granito que um dia Seria o meu leito.
Comentários (2)
Não estou conseguindo fazer alteraçoes para compor minha pagina, colocar minha foto
Como faço para por minha foto no meu perfil, não esta funcionando