Amor ao Acaso
Leve, leve, mais que leve,
Mais que um vento, uma prece,
breve breve pouco reze
Seja leve antes que o tempo pese
Leve, leve, mais que leve,
Mais que um vento, uma prece,
breve breve pouco reze
Seja leve antes que o tempo pese
Leve, leve, mais que leve,
Mais que um vento, uma prece,
breve breve pouco reze
Seja leve antes que o tempo pese
O inexorável Passar do Tempo
No fim de tudo
Nem tudo o tempo levará
Ficará o que há de mais leve
Leve, leve brisa do mar
Ficará a palavra
Os versos
E o acariciar.
No fim de tudo
Nem tudo ficará.
Mas ficará seu cheiro pela manhã em seu doce acordar.
Pois, no fim de tudo, nem tudo ficará.
(Marcos Costa e Silva)
A liberdade, meu caro Sancho,
vai além de um pedaço de pão e uma partida de futebol.
À liberdade, querido Pança,
nada se iguala,
nem os tesouros guardados em terra
tampouco nos abismos do mar.
Invadido pela paz
Confrontado pelo destino
Limitado pelo espelho
E ainda louco pela vida
Elejo moinhos e ergo lança contra o vento.
Titereiro do tempo,
de dedos cansados
cordas frouxas
tempo a correr...solto!
(Marcos Costa e Silva)
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