Os dias eram sangrentos Mortes,mortes e mortes Porque o titulo te chamou atenção? A morte é algo tão incomum assim? Matamos todos os dias,e não percebemos Fazemos pessoas sangrarem,elas sangram pelos olhos. É bizarro? Não,cada lágrima é como o sangue que está sendo Derramado ao receber sua facada Matamos quando não perguntamos oque aconteceu Matamos quando não nos importamos Matamos quando a arrogância nos rege Matamos ao gritar Matamos ao não ser gentil Matamos ao partir corações Matamos ao mentir Acha que sairá ileso de ser um assassino? Tá no sangue,no DNA Na espécie Humanos sujos e hipócritas,é oque todos somos Não julgue,repara teus erros,e perdoa Gostaria de ser perdoado,não é mesmo?
Os dias eram sangrentos Mortes,mortes e mortes Porque o titulo te chamou atenção? A morte é algo tão incomum assim? Matamos todos os dias,e não percebemos Fazemos pessoas sangrarem,elas sangram pelos olhos. É bizarro? Não,cada lágrima é como o sangue que está sendo Derramado ao receber sua facada Matamos quando não perguntamos oque aconteceu Matamos quando não nos importamos Matamos quando a arrogância nos rege Matamos ao gritar Matamos ao não ser gentil Matamos ao partir corações Matamos ao mentir Acha que sairá ileso de ser um assassino? Tá no sangue,no DNA Na espécie Humanos sujos e hipócritas,é oque todos somos Não julgue,repara teus erros,e perdoa Gostaria de ser perdoado,não é mesmo?
89
O lobo
As seis e meia da manhã Ah!!! Como aguardo ansiosa por esse horário O horário em que a luz do sol faz teus olhos castanhos brilharem. Ao te ver subindo a ladeira para vir ao meu encontro É inexplicável A ansiedade pelo teu abraço apertado que quase me quebra Mas onde sinto que é a melhor parte do meu dia E quando olho nos teus olhos,o coração acelera,o sorriso é inevitável Tu me arranca os mais sinceros sorrisos,com esse teu jeito,todo bagunçado Teu sorriso que me tira da tristeza Tu és meu guia Ela foi meu fogo,e tu minha forja Me fez entender que sou espada e não vidro Me moldou O mundo é nosso Ele é louco,mas vamos Vamos sem medo de encontrar oque há lá fora Me ajeita,me bagunça,me aperta,me beija,me sente, Me ama.
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Uma carta vinda do precipício
Não cai do canto,rapaz! Não cai no canto,moça! Sua beleza,seus olhos e sua voz,irão te trair Não a olhe nos olhos,jamais Cairá no mar primitivo,e nunca mais voltará Lascivamente perigosa,a voz doce,delicada Os cabelos escandalosos Chamativos Não cai Ela é precipício A pura perdição O puro pecado
Uma carta de quem caiu no canto E não resistiu aos encantos Sabe que está perdido Mas não quer sair dela,ela vai te prender Não cai! -SN
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Inundações
É como se a barragem tivesse sido rompida Cada sentimento guardado e misturado com outros,ao tentar sair da melhor forma,ao conversar A barragem se rompe,inunda por fora Destrói tudo,é como um tsunami,destrói meus olhos,meu coração,minha mente A cada inundação,um sentimento perdido A rainha dos mares,se afogou em si,mais de uma vez. E está tudo bem É normal transbordar quando se está cheia demais É normal sentir vontade de gritar alto e forte,é muita dor É muita confusão. A medusa vai ter sua cabeça cortada se nao se libertar e lutar,mas a inundação é inevitável,a Sereia vive no mar,o mar primitivo,ela mergulha fundo,em tudo.Amor,sexo,raiva,ódio...é tudo intenso demais,ela se afoga no seu próprio mar,e seu afogamento é intenso também. A rainha dos mares,se adapta a tudo,menos a intensidade dos seus sentimentos,ela não devia,mas se afoga em si mesma. As três têm em comum muita coisa,elas são diferentes e iguais ao mesmo tempo A intensidade não se pode evitar,característica das três que as tornam uma só. Suas partes boas estão guardadas,dentro de uma simples menina,uma menina. Liberte-se.
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Breu
Ela me fez entender que devemos regar todo o amor que recebemos Que não devemos ser flexíveis A flexibilidade me quebrou tragicamente Naquele dia achei que a lua viria como todos os dias A verdade é que o breu reinou e me cegou
Já vi Já li Já escrevi
Mas a lua se foi
Não mais vejo Não mais leio Não mais escrevo A lua se foi,e com ela levou a cor da minha vida.