Planos para uma vida a dois
olhávamos juntos pela janela da vida o quanto tínhamos de percorrer e com nossos passos abrir caminhos para ir deixando as sementes que iriam brotar para o futuro de nós dois
Discurso : A voz do trabalhador Brasileiro
O tema salário é uma problemática de ordem geral em todos os setores de trabalho em nosso país, mas a quem quero chama atenção é dos dirigentes de instituições, que ao invés de ter uma visão global e resumida de seus colaboradores, deveriam olha mais intimamente para aqueles que compõem suas equipes de trabalho.
Esses trabalhadores são construtores e pilares que sustentam uma empresa próspera e de sucesso. Esses profissionais, aqueles por de trás dos bastidores: Por de trás da vassouras que limpam, das ferramentas que constroem, das mãos que auxiliam, do sorrisos que cativam, do amor e da paciência que afaga e educam são como se fosse integrantes de uma grande orquestra que não desafina e nem perde o compasso.
Mas como espera ter uma orquestra de composição tão harmoniosa se seus principais integrantes andam doentes?
Digo doentes, por que a saúde plena não significa a mera ausência de doenças, mas está de posse de um completo estado de bem-estar físico - biológico- psicológico e espiritual.
Para está verdadeiramente saudável é necessário ter ao menos o básico para sobrevivência humana.
Um homem realmente saudável precisa ter boa alimentação, saúde, moradia, educação, segurança, lazer, valorização e autoestima. Mas como possui todos esses requisitos se o "salário” é insuficiente?
Alguns vão dizer: isso é problema da política econômica do nosso país.
Não, É problema de todos nós enquanto cidadãos.
Todos podem ajudar a melhorar e melhora-se dentro de suas possibilidades e alcançar perspectivas cada vez melhores. E a tarefa maior é das instituições que é o maestro que rege toda essa orquestra.
Se as instituições forem esperar a política econômica de nosso país melhorar para só depois prestar à devida atenção aos seus colaboradores, A ORQUESTRA DESAFINA, O SORRISO SE APAGA, AS ESTRUTURAS CORROEM-SE e tudo que se levou tempo para construir desmorona: Desmorona a autoestima, o entusiasmo, a confiabilidade e a Fé de que um dia tudo isso possa a vim melhorar.
O manuseio diário com as palavras
A falta de habilidades no manuseio com as palavras por parte de quem escreve empobrece o texto, exatamente por falta de instrumentos que deem cor, luz e claridade ao que se pretende transmitir ou de recursos que ilustrem melhor o pensamento.
Um bom conhecimento dos elementos que envolvem a escrita, permite dar maior significado ao mundo observado através do olhar: Levanta as cortinas sobre o que era até então desconhecido, escondido, oculto, com enfeites que encobria, mascarava e fantasiava o que era muita das vezes simples, essencial, sublime e magnânimo.
O Medo do Confronto
Confrontar ainda que necessário em algumas ocasiões e comum entre os grupos sociais .
É também para muitos algo que causa muito desconforto.
Por vários momentos e em determinada circunstância da vida somos desrespeitados e só não nos colocamos em uma posição de respeito a si próprio por medo. Medo de ser hostilizado, criticado ou rejeitado.
Sempre quando somos expostos a uma situação de "agressão”, vem logo o pensamento: ah meu Deus! Vou ter que confrontar. Caracterizado assim um MEDO COMODISTA.
O "enfrentamento" é sim necessário, sempre que for embasado na verdade, na ética, na moral e na defesa de um bem comum. Mas ao contrário disso, nos acomodamos em nosso "bem". Não pensando que seria melhor um enfrentamento saudável e lúcido para o bem de todos.
O verdadeiro Mundo
É na mudança constante do Homem exterior que se fará caí às escamas que encobre sua visão em ralação a sua verdadeira essência.
No momento encontra-se o Homem sob os escombros da matéria, do que palpável quantificado e perecível.
Por outro lado não deve Ele exclui-se da realidade ao qual encontra-se inserido materialmente. São estados passageiros, mas que possui extrema importância para sua evolução. O problema é como é colocado na ordem dos pensamentos.
"O mundo interno (espiritual) é que dirige e configura o mundo externo (material) e não ao contrário e devido a essa inversão de valores que se encontra o homem no caos."
Passos Firmes
A auto reflexão permiti-nos a reconstrução constante de nossas atitudes direcionadas para o bem.
Mesmo diante das tempestades, fortifica seus passos e não deixe que as inconstâncias do mundo ti afunde em meio às preocupações rotineiras.
Entrega tudo nas mãos do Criador e segue com firmeza, imbuído de esperança, firmeza e fé.
Identidade
Não sou eu o Corpo, mas a Alma que grita, sedenta de sede, para o desabrochar no amanhã.
A essência do verdadeiro Amor
O Amor verdadeiro evidencia-se a partir do momento que reconhecemos o amor em nós.
Aquele que verdadeiramente ama, ama a si, e todas as coisas
Ainda que se mostrem imperfeitas, saber que um dia as chegará à perfeição.
E como reconhecer esse Amor verdadeiro em nós?
Sinceramente? não sei lis dizer
Talvez limpando do íntimo tudo o que foi dito a respeito do Amor.
Porque libertos da teoria do que ouviu a vida inteira sobre o Amor, passa assim sentir verdadeiramente Amor.
Contradições entre Eu e mim mesmo
Sou uma pequena porção do que escrevo acerca da vida.
Minhas palavras não condizem planamente com o Eu Ser.
São reflexo profundo de minha essência que tenta a todo custo
vim à superficialidade de minhas memórias.
Minha Alma clama incessantemente por essa união consciêncial,
tentado a todo custo fugir tão logo
dessa dualidade entre o Eu dizer sem Ser
Porque não havendo mais essa dicotomia,
O verbo que Sou se tornara uno com a verdade que És.
As boas Lembranças daquela infância
Meu Deus, como se ter paz no ambiente que inspira tanto medo, ódio e maldade nos dias atuais.
Estamos vivendo dias de caos. Daí Luz e inspira aqueles que almejam por dias melhores.
Ah, que saudades daquela infância, em que eu andava descalços nas ruas de barro, cabelos ao vento, correndo pelas ruelas, onde se respirava paz, calma e simplicidades nos olhares dos pacatos moradores nas janelas de suas casas.
Hoje fico triste ao observar que na mesma rua das minhas lembranças há um ambiente hostil onde o que se ver é medo e insegurança.