Lista de Poemas

O poder infinito da vida







O poder infinito da vida.
 
Surge o dia e esperança ressurge
O espirito aninha a fé no pensamento
A estrela d’alva brilha no espaço
Pássaros aqui e ali chilreiam
Acompanhados de fugaz silêncio
Nos corações acordam sentimentos
Quem sabe hoje aconteça o sonho...
 
O amor, ódio a dor ou alegria agora
Se farão presentes nas vidas oriundas
das imperfeições humanas quão tantas
Mas, resta-nos o direito da ousadia
Ainda que não florença a semeadura
Por certo haverá algum retorno enfim
Não morreram as rosas em essência.
 
A dor quanta dor se espalha pela terra
Os sentimentos mesquinhos crescem
São ervas daninhas no meio da vida
Haveremos de corta-las uma a uma
Deixando florescer a esperança e a paz
No mundo que segue seu percurso
Por alguma razão ainda os jardins brotam.
 
Há também beleza natas dos sorrisos
Vidas que choram ou riem no amor
Ou na dor, vidas trançadas do destino
Raízes de males ou de tormentas mil
O mar agita-se em alguns flancos
Na terra vasta começa o crescer pueril
Um enigma que é degustado sempre.
 
Resta-nos buscar nos infinitos raios
Na constante do prazer da carne
Homens usam o poder da mente e criam
O extraordinário num conjunto o saber
Faz acontecer impossíveis na ciência
A arte flui bela ou ás vezes abstrata
O coração e mente dominam o sentidos.
 
Resta então o glorioso e fiel sentimento
O amor que cobre as razões nefastas
Cria elos e faz milagres de  ousado poder
Fazendo crescer dentro e fora a eternidade
A beleza temporária no ser humano
Reproduz a semelhança de Deus em clone
Há gente diferente boa anjos humanos.
 
Enfim a eternidade parte desta passagem
Transmudando-se diferente em cada lugar
E o sol desponta trazendo a luz perene
É o chamamos vida que ressurge em nós
Como árvores plantadas? Árvores não andam
Como rosas florescendo? Rosas têm espinhos
Como Cristo? Talvez... recriando a vida.

Alma Gort

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860

Humanos






Humanos

 

 

Humanos tão capazes fortes ou fracos

Têm vida em si mesmo embora frágeis

São uma mista cadeia cerebral são ágeis

Vivem em palácios casas ou barracos.

 

Humanos inteligentes... parte do universo

Suas indagações e seus lábeis projetos

Terminam em uma cama feito fetos

Dependentes num tempo curto e incerto.

 

Admiro o humano em seus grandes feitos

matéria que degenera há insatisfação no peito

E o humano é tão frágil quando morre!

 

Sem humanos a vida seria cega e inútil

Mas o ser humano em em si de ego fútil

Nem dá o valor no seu caminho e sorte.

 

 
Alma Gort






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Última quimera


 

Vou descrever minha realidade

E a dor de uma tristeza infinda

Dor que mora no meu peito ainda

Inconformismo de uma saudade.

 

Esta falta de teu corpo na essência

Este amor medonho que reclama

Este tempo do tempo de quem ama

E os dias sombrios de tua ausência

 

Contudo nem sei do meu espaço

Minha mente ciente do embaraço

Me constrange como me avisando

 

O atraso de tudo que se espera

Última esperança última quimera

Unindo nossas vidas consolando.

 

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O poder positivo

 


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O poder da fé

Alegra-te há esperança o bem existe
As palavras tem a força de um leão
Põe teu coração  na fé  e não desiste
Ainda é dia e ainda bate o coração.

Não desistas de amar  com gratidão
Usa sempre contigo esta verdade
E nunca deixes fora a tua liberdade
Por cativeiro infiel d´uma paixão.

Segue os dias sem deixa-los em nulidade
Outro amor vai acontecer em qualidade
Não deixes de sonhar nada é perdido.

Porém bem positivo alegre na esperança
Afaga teu espirito e alma qual criança
Não fiques nulo apagado ou esquecido

Pois do forte e seleto é moldado o viver
Continua não te entregues por vencido.

 
Alma Gort
                            
  


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Klavdia-France


 
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Algumas coisas

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Algumas coisas
 
Há coisas que se buscam na vida
 Coisas que perdemos e já findas
Deixadas no abandono esquecidas
Coisa entre coisas a mais querida.
 
 Há coisas complexas e errantes
 Difíceis algumas são indigestas
 Há  coisas em que fazemos festa
 Outras ruins que nos causam pranto.
 
 Coisas que desejamos e esperamos
 Outra coisa é aquilo que amamos
 Coisas diferentes umas indecentes.
 
 É uma coisa de louco o pensamento
Pensando nas coisas do momento
Não é que coisas do amor são uma coisa!
 
Alma Gort
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Aos meus pés


Aos meus pés


Vivi meus cordeis em penitência
Anos que foram intermitentes
Fatos que se foram rapidamente 
Lutas na guerra da existência.

Restou-me a vida...que é tudo
Memórias e trabalho árduo anos
Estive em desterro procurando
Inutilmente a dôce vida do meu mundo

Anos se passaram ràpidamente
Descanso a réstia da minha mente
Minha alma em resgate aporta

Nesta estação finda-se o tempo
A vida é o que soprou no vento
Aos meus pés só folhas do outono.

Alma Gort
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O que é maior que o templo


Um caminho
O que é maior que o templo

A humanidade em todo desconhece
Enfeitando encantos aos milagres
A missão de um Santo sem ultrajes
 Poderia se negar isto ao que parece?
 
Vendo o mundo na tremenda apostasia
 A viver qual palha que o vento dispersa
 Como cegos caminhando as pressas
 Sob o jugo  de intempéries e agonias.
 
Jesus apelidado de Messias professa
A Salvação da alma e assim confessa
Ser o homem obra do seu criador
 
Parte do mundo vive o paganismo
 Parte ateia ou crédula no mundanismo
Assim perdem a salvação e o Salvador.
 
Alma Gort...
Este sonêto é baseado apenas em algumas realidades do mundo,
não querendo julgar, mas cabe a observação do ateismo e de algumas credices sem fundamentos na terra. Mas, cada um sabe o que crer e o que segue.
Franzuzhenka
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Razão que ergue o ser



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Ali estava o salvador do mundo numa manjedoura,
Trouxe graça e luz, programado para os filhos seus,
A histórica narrativa de um Homem todo Especial,
Chamado Jesus, Filho Unigênito de Deus.

Maria  mãe, jamais poderia imaginar que dor sofreria,
José, em santificação não mudaria sua opinião,
Do sonho que  revelara o Santo sacramento da unção
Profética, do pequeno Ser que o mundo salvaria.

O nascimento do PRIMOGÉNITO Cristo o Ungido,
Mestre, aquele que veio pra salvar o mundo perdido,
Na desobediência, idolatria, vícios, angustia e solidão,
Só, pagaria o preço de nosso aprisionado coração.

O Menino Deus ,cresceu na graça da Santa unção,
Esperou a hora que seu PAI lhe desse autoridade,
Tempo em que começaria a proclamar a liberdade,
Os santos evangelhos para dar o fruto da salvação.

Um dia ,o culparam de profanar a lei por omissão,
Puseram frente a Pilatos, que culpa Nele não achou,
E num ato de  indiferença então suas mãos lavou,
Como se aquele réu não merecesse a beneficência.

Depois o Senhor foi levado a Herodes e condenado,
E entre dois marginais ele foi por nós, crucificado,
Em grande agonia de espírito e na sua imensa dor,
Clamou : Pai... entrego a ti o meu Espirito.
E expirou.

Ao terceiro dia diante do sepulcro havia anjos,
Que anunciaram em boas novas a ressurreição,
Madalena e Maria confortaram os seus corações,
Pois a profecia como a lei falara, se cumprira.

Esta palavra permanece há 2 mil anos lida,
 Poder do Deus Altissímo traz sua autoridade,
Vai dando aos cativos a real e pura liberdade,
Dizendo:Eu sou o caminho,a verdade e a vida.

Sentimento mais fiel e puro, tão profundo,
O Mestre demonstrou que veio para nos doar,
Pagou o preço da cruz e mostrou ao mundo,
O Agapê Amor de Deus pode nos transformar.

Este  lindo poema do Amor de Deus naquela cruz,
Revelado no resgate de salvação,O mediador Jesus,
Para Senhor,é mister ver nossa alma livre e reedificada,
Semlhança de Dus somos sua obra mais sagrada.



*Alma Gort
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O beijo



 
O beijo


 A luz que surge pela madrugada
Clara entre os flanes o cobertor
 Uns raios fugidios em multicor
 Me avisam do dia sua chegada.

 E sei aonde esta meu pensamento!
 Parece terna numa luz vencível
 Teu calor em afago impressindível
Numa caricia de amor sentimento.

 Sinto que é meu momento vulnerável
 Qual dita sina de meu corpo afável
Em fraqueza num jogo de desejo.

 É que a vida flui entre carinhos
Aquecendo meu dia em nosso ninho
 Tua boca na minha em longo beijo.


Alma Gort 

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Desatino

Desatino

Sufocam-me sonhos que angustiam-me
qual louco neste tempo iludo
não posso trnsformar meu mundo
mundo louco preso ao que cativa-me.

Desfaço meu  palco e despeço-me
do tal  desgraçado fardo imposto
De todas lembraças mais desgosto
perdido entre o limbo esmoreço.

Trazendo a cruz do fardo a vida
em tantos entretantos eu pereço
na estrada perdida e esquecida

Ouço a voz dos tempos que  esmaecem
dentro de um alma vunarável que padece
nos desejos da carne ainda viva.

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Comentários (3)

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joao_euzebio

TEUS POEMAS SÃO BELOS COMO O DIA QUE AMANHECE TRAZENDO O PERFUME DAS FLORES UM GRANDE ABRAÇO VOLTEI A POSTAR OS MEUS POEMAS AQUI VISITE ME

SINTO SAUDADE DE SEUS POEMAS POR ISSO VOLTEI PARA LER ELES E OLHA SÃO LINDOS É PURA POESIA PARABÉNS MINHA AMIGA UM BELA SEGUNDA FEIRA

seus poemas me levam a sonhar me levam a voar por ai feito um passaro de volta ao ninho são lindos poemas

Eu sou apenas uma mulher guerreira e escriba.Na alma a abastança de elevados desejos de paz, mas, sem muitas esperanças nos homens da terra.
Na matéria, um corpo talhado pelas lutas da sobrevivência, no coração, as loucuras da insatisfação eterna dos seres inconformados, jamais desejei voltar ao passado ou eternizar-me na terra,porém um desejo ainda tenho,viver um minuto de um amor do que escrevo e sinto.
Sou feliz,se ser feliz para mim é ter liberdade.Sou rica,porque tenho o ouro da terra para contemplar e viver ainda um segundo.Sou fanática
pelo dia que renasce em mim, a cada dia, Sou amante,porque de vêz em quando atropela-me as paixões desenfreadas dos que vivem a poesia.Enfim
meu sol esta se pondo, mas ainda resta os reflexos coloridos e matizados nos restos de céus aonde percorro sem algemas e com livre arbítrio.