Amanda Sebaio

Amanda Sebaio

n. 0000-00-00

Perfil
791 Visualizações

Água

Água, essência da vida em seu fluir, Pura e cristalina, a nos nutrir, Doce e refrescante, sagrado bem, Em cada gota, um oceano de além.

Nos rios e lagos, tua morada, Ecoando canções, uma sinfonia encantada, Danças com as pedras, abraças as margens, Em tua serenidade, encontramos alívio nas passagens.

Nas quedas d'água, tua força se revela, Um espetáculo de poder que embriaga, A energia vital que nos impulsiona, Renovando a vida a cada queda que desfruta.

Nos mares imensos, vastidão sem fim, Ondas quebrando, salpicando enfim, Teu abraço salgado, teu mistério profundo, Esconde tesouros, um mundo submerso no fundo.

No céu, te transformas em nuvens brancas, Viajando ao vento, em danças francas, Em chuvas, te derramas sobre a terra, Alimentando a vida, uma dádiva que se encerra.

Nos lagos tranquilos, espelhos de serenidade, Refletindo céus azuis, em pura claridade, Tu és um espelho de calma e quietude, Um convite à paz, à plenitude.

Água, em tuas múltiplas formas e faces, És essencial, vital em todos os lugares, Doce sustento, fonte de vida e saúde, Em ti, encontramos a essência da plenitude.

Cuidemos de ti, ó preciosa dádiva, Preservemos tuas nascentes, tua beleza viva, Que em cada gota, saibamos reconhecer, A importância e o poder que em ti podemos ver.

Água, elo de conexão entre toda criação, Te celebramos com gratidão, Porque em teu abraço, encontramos renovação, Água, a essência da vida em sua perfeição.
Ler poema completo
Biografia
Sou paranaense, nascida na cidade de Cambé no Paraná em 19/08, não vim ao mundo sozinha vim com a minha irmã gêma Aline Josiane Sebaio mas sou caçula por 5 minutos.

Sou graduanda de Geologia pela Universidade Federal de Uberlândia na cidade de Monte Carmelo.

Sou graduanda de Administração pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro na cidade de Patos de Minas, já no 5º período, onde sou apaixonada pelo meu curso.

Amo ler e escrever e uma das minhas prioridades é o amor...

Poemas

23

Ah o petróleo

Ó líquido negro que em mim deslumbra,

Petróleo, tesouro da Terra escondido,

Nas profundezas do solo, escuridão que reluz,

Um presente antigo, valioso e querido.

 

Das entranhas da Terra, tu emerges,

Fruto de milênios de transformação,

Plantas e animais fossilizados, agora petrificados,

Em ti, a energia que move nação.

 

Extraído, refinado, transformado em ouro negro,

Tu és combustível, fonte de poder,

Movendo máquinas, veículos e indústrias,

Despertando progresso, empreendimento a florescer.

 

No brilho do teu fogo, luz e calor se espalham,

Iluminando cidades, aquecendo lares,

Tua energia impulsiona o mundo adiante,

Numa dança de avanço, sem limites a encontrar.

 

Mas teu poder também traz desafios,

Petróleo, óleo derramado e poluente,

Impacto ambiental, consequências incertas,

Um dilema para o futuro, uma questão urgente.

 

Todavia, na tua essência, encontra-se mais,

Petróleo, matéria-prima de muitos produtos,

Desde plásticos e fertilizantes aos medicamentos,

Uma presença versátil, em múltiplos atributos.

 

Ó líquido negro, tão ambíguo és,

Tesouro e desafio, promessa e dilema,

Cabe a nós, seres humanos, explorar-te com sabedoria,

Buscando alternativas, preservando o planeta que nos empresta o esquema.

 

Petróleo, tu és parte da história,

Da humanidade e do nosso desenvolvimento,

Que possamos aprender com tuas lições,

E buscar um futuro mais sustentável e consciente.

48

Rocha Metamórficas

No profundo seio da Terra escura,

Nas entranhas onde o fogo murmura,

A rocha metamórfica nasce e se forma,

Uma beleza transformada pela norma.

 

Sob pressão imensa e calor intenso,

As rochas se transformam, é um consenso,

Minerais se rearranjam, se reconstroem,

E uma nova rocha surge, sublime, sólida e bela.

 

Da argila macia ao ardor do xisto,

Da calcita serena ao mármore distinto,

A metamorfose traz uma nova roupagem,

Uma textura única, uma nova paisagem.

 

O gneisse reluz com seu padrão foliado,

O anfibolito exibe seu verde encantado,

A ardósia, fina e lisa como uma tela,

Contando histórias milenares, estrelas que revela.

 

Oh, rocha metamórfica, símbolo de mudança,

Testemunha silenciosa de uma dança,

Atravessando tempos geológicos com graça,

Contando a história da Terra em cada traça.

 

Em suas veias, segredos escondidos,

Fragmentos de tempos esquecidos,

Você guarda em sua estrutura complexa,

Os registros de uma Terra que já não se vexa.

 

Assim, ó rocha metamórfica, eu te celebro,

Em tuas formas, encontro um elo,

Com a grande história do nosso planeta,

Tu és uma obra-prima, uma jóia completa.

 

Que teu brilho e força inspirem a mente,

A desvendar os mistérios, ir além do presente,

Que em tuas camadas, encontremos sabedoria,

E sigamos explorando a geologia com ousadia.
100

Nas entranhas da Terra

Nas entranhas da Terra, um mistério revelado,

A geologia, arte da Terra decifrada.

Rochas e minerais, tesouros enterrados,

Contam histórias, passado eternizado.

 

Nas profundezas, onde o magma fervilha,

A pedra derretida cria formas e maravilhas.

Vulcões exalam fogo, lava incandescente,

Transformando paisagens de modo ardente.

 

A erosão, escultora da superfície terrena,

Água, vento e tempo, sua ação serena.

Montanhas se desgastam, rios desenham vales,

Uma dança eterna, beleza que não desvanece.

 

As camadas sedimentares, registro do passado,

Fósseis preservados, memórias de outrora guardadas.

Milhões de anos narrados em rochas estratificadas,

Testemunhas silenciosas, histórias entrelaçadas.

 

Placas tectônicas em constante movimento,

Terremotos e dobramentos, sinais do elemento.

Cordilheiras se erguem, formando cadeias imponentes,

Fragmentos de continentes, encaixes eloquentes.

 

E nas praias, o mar mostra sua influência,

Conchas e corais, relíquias de sua essência.

Ação das marés, escultora paciente,

Transformando a costa, obra diligente.

 

Geologia, ciência da Terra em sua grandeza,

Revela segredos, desvenda a natureza.

Poesia escrita nas rochas e nas entranhas do solo,

Um elo profundo entre o homem e o solo.
39

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.