Amaro Flecha

Amaro Flecha

n. 1978 ST ST

Entusiasta pelas palavras e artes digitaiss • Livro: Cromos de Uma Rima Só •

n. 1978-11-10, São Tomé

Perfil
783 Visualizações

Tempestade

Sopro violentamente a ira pelo ar.
O meu grito faísca
uma centelha ávida para flamejar
tumultua a atmosfera contra minha vontade
o rugido entoa, a tempestade.
 
Deságuam pesadas,
lágrimas frias e empedradas
suplicaram em não gotejar
sem permitir o equilíbrio desafogar.
 
Demorará a secar,
esvaziar a efervescência dantes.
Precipitei desprovida de enxugar
renegada para o tempo regenerar.




Ler poema completo

Poemas

2

Qual é a cor do poema?

Qual a cor do poema?
Talvez caiba em uma pintura singela
compreenda a visão do Cosmos.
Ou, a emoção refletida na aquarela
tom sobre tom matizando sonhos.
.
Não sei dizer se os realces dos tingimentos
dão vitalidade às expressões.
Ou… vice-versa,
as palavras liberam pigmentações
e dão as gradações para os sentimentos.
.
Vamos nessa!
Inspiração colorida,
Com uma paleta que combine a prosa
na folha de papel insípida.
 
77

Chávena de café

Gostas de café coado?
Água quente derramada no grão moído
passado no pano sem o sabor do melado
sentir o cheiro e o sabor extraído.
Bem forte, para animar quem está distraído
que beija na xícara o caldo fermentado.

Trago no bule,
pra manter a temperatura do preparado.
Saciar em algumas doses e me estimule
nutrir a afeição de estar lado a lado.

Café
84

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.