ANA MARIA GAZZANEO

ANA MARIA GAZZANEO

n. 1960 BR BR

n. 1960-02-04, São Paulo

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Tácita



Desisto de queimar os meus neurônios
Tentando decifrar tanto mistério
Pretendo aquietar os mil demônios
Suavizar as notas do saltério.

Se trago em mim os traços dos campônios
O fim se dá no mesmo cemitério
Só vou deixar odor dos feromônios
Afim de desculpar meu adultério

Limite que pretendo, me limite
Me salve de outro tantos revertérios
Não mais me perderei nestes sidéreos

No ir e vir trivial, nos impropérios
De todo ser carnal que a terra habite
Me encontrarei, tal qual, serena e quite!

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Poemas

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Tácita



Desisto de queimar os meus neurônios
Tentando decifrar tanto mistério
Pretendo aquietar os mil demônios
Suavizar as notas do saltério.

Se trago em mim os traços dos campônios
O fim se dá no mesmo cemitério
Só vou deixar odor dos feromônios
Afim de desculpar meu adultério

Limite que pretendo, me limite
Me salve de outro tantos revertérios
Não mais me perderei nestes sidéreos

No ir e vir trivial, nos impropérios
De todo ser carnal que a terra habite
Me encontrarei, tal qual, serena e quite!

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