André Anlub

André Anlub

n. , Rio de Janeiro

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NÃO PRECISA DIZER

Não diga que o mundo é redondoQue o carnaval é em fevereiroPedofilia é um crime hediondoQue Brasilia virou um chiqueiroNão diga que ninguém sabe tudoQue Lars Grael é brasileiroQue Kojak não era cabeludoUma giria de carioca é "maneiro"Não diga que a coisa mais bela é o amorQue Japonês são quase todos iguaisE a traição causa muita dorE um x meio torto é um sinal de maisNão diga que Antonio Meucci inventou o telefoneQue sorrir faz bem a saúdeO Gradovildo quer mudar o seu nomeE muitos procuram a plenitudeNão diga que a poesia é uma das coisas mais belasViver é muito mais que estar vivoInjustiça é uma das piores mazelasQue Adão não devia ter umbigoAndré Anlub
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Poemas

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NÃO PRECISA DIZER

Não diga que o mundo é redondoQue o carnaval é em fevereiroPedofilia é um crime hediondoQue Brasilia virou um chiqueiroNão diga que ninguém sabe tudoQue Lars Grael é brasileiroQue Kojak não era cabeludoUma giria de carioca é "maneiro"Não diga que a coisa mais bela é o amorQue Japonês são quase todos iguaisE a traição causa muita dorE um x meio torto é um sinal de maisNão diga que Antonio Meucci inventou o telefoneQue sorrir faz bem a saúdeO Gradovildo quer mudar o seu nomeE muitos procuram a plenitudeNão diga que a poesia é uma das coisas mais belasViver é muito mais que estar vivoInjustiça é uma das piores mazelasQue Adão não devia ter umbigoAndré Anlub
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A Poesia (Poeteideser)

Eu conheci a poesiaEm meados de oitentaVirou uma droga que saciaO meu coração que arrebentaMas até a hora de agoraNão me considero poetaAcho que ela muito espertaNão se casa só me namoraEsse namoro duradouroAcho que nunca acabaráEla não é de lata, é de ouroNunca me atrevi a duvidarEntão sei que ela tem outrosMuitos outros a poetarMas me conformo com issose ela nunca me deixar.André Anlub
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O AMOR POR SI SÓ

Meu coração já tem donoNão foi dado nem compradoConquistado com carinhoDepois de criar mofo sozinhoQuem está sozinho às vezes sofreO coração fica a procuraQuando encontro a própria sorteFelicidade, adeus amarguraSigo em frente, firme e forteTrato bem minha companheiraO amor não é besteiraÉ dar seu sangue sem nenhum corteAo encontrar a cara metadeSem ver cor nem ver idadeO amor é cego, surdo e mudoIsso é mais pura verdadePor que pergunto sobre o amor?Quero um amor verdadeiroJá sofri por alguém entãoMe entregando o corpo inteiroNunca falo em segredoO meu medo é uma explosãoNão aponto para mim o próprio dedoDesperdiçando a emoçãoVivo a vida sempre adianteNem um instante a mais nem a menosSó digo palavras interessantesAgora faço do amor um sentimento ameno.André Anlub
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AINDA É TEMPO DE SORRIR

Eu já fui desesperançosoJá desisti de dizer amémMe sentia no fundo poçoProcurando e fugindo de alguémEu já fui uma pessoa sem féProcurei por tudo e todosAndei milhas a péVasculhei os esgotosNo final da vida me descobriAchei o sorriso perdidoFoi em uma árvore que eu viA força do amor erguidoA natureza me ensinouPor mais fraco que eu possa estarTão forte que eu souSou a natureza do amarAndré Anlub
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Michel Gailard

UM NOTÁVEL TEXTO DE SUA AUTORIA Bom dia, Poeta André Li este seu texto “O AMOR POR SI SÓ” e gostei bastante de sua forma de se expressar. Você é uma pessoa que sabe o que, e do que está falando. E olhe que esta arte de fazer versos é competência para uns poucos privilegiados. Mesmo sendo agente literário, e prestando serviços para várias editoras, recentemente publiquei alguns de meus escritos em uma antologia produzida pela Editora Palavra é Arte. O sistema que eles utilizam para o edição de livros é algo inédito. Nós autores não gastamos nada com produção da obra. Os exemplares nos são disponibilizados no sistema de venda consignada. Isto quer dizer que se alguns exemplares não forem vendidos, podemos devolvê-los, e estes serão doados a bibliotecas públicas e presídios, inclusive das cidades onde moramos. Como gostei muito da forma como você escreve, pedi permissão à editora para convidar você e mais oito outros autores, para participarem de uma das próximas edições. Se um de seus objetivos quanto à Literatura é ter seus textos publicados em forma de livro impresso, acredito que esta seja uma boa oportunidade. Por isto peço permissão para que façam contato com você e lhe enviem o material referente à publicação. Espero que desta forma, eu esteja retribuindo a sua amizade. Se for dar resposta a esta minha mensagem, gostaria de pedir-lhe que, por gentileza, envie sua resposta para o meu e-mail pessoal que é este: [email protected] Um abraço fraterno, Marc Burnier