António Guerreiro

António Guerreiro

n. 1974 PT PT

n. 1974-02-05, Arruda

Perfil
14 533 Visualizações

Épico

Construir a maior muralha.
Criar a maior sinfonia.
Pintar o entre e a falha
Com sabor a poesia.
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Poemas

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Salmo





Já foi azul o que hoje vês negro

Já foi florido o deserto de nós

Já foi audácia o que agora é medo

E música clássica o que hoje são dós.





Foi pouco a pouco que as flores secaram

E todos os seres perderam a cor

Foi pouco a pouco que os anos passaram

E se perdeu, algures, o amor.



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Pescador





Sou pescador de águas profundas



Quanto mais fundas, mais fecundas.



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Comentários (3)

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Maria Lucena
Maria Lucena

Lindos poemas...

António Guerreiro

obrigado pelas palavras João...

João Botelho
João Botelho

Os seus poemas são obras de arte... Não tem mais?