Armando A. C. Garcia

Armando A. C. Garcia

n. 1937 BR BR

n. 1937-11-12, São Paulo

Perfil
321 139 Visualizações

A cupidez !

A cupidez !



Só se emprega o pensamento na ambição

A cupidez tomou conta deste mundo

O homem não pensa mais no amor profundo

Que do imo da alma chega ao coração


Na cega ambição, só valoriza o cifrão

Já não teme mais a eterna Divindade

Descansando, no berço da insanidade

Está a um passo da mental alienação


Dependurado na simultaneidade

De sempre levar vantagem a qualquer custo

Sem esforço, sem fadiga, salário injusto

Persuade no esquecimento a veleidade


Injustos, injustos seus procedimentos

Não tivesse por berço a materialidade.

Sem a prodigiosa luz da imaterialidade

Cai na ausência de puros sentimentos


Nessa ambição desmedida da riqueza

Perde o homem o sentimento e a razão

Vivendo encantado na escada da ilusão

Não percebe estar a um passo da avareza


Porangaba, 14/06/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia


Visite meu Blog: brisadapoesia.blogspot.com


Ler poema completo
Biografia
Sou Poeta !

E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !

São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia 

Visite meu blog://http://brisadapoesia.blogspot.com

Poemas

3

As marginais e ou o marginal

As marginais e/ou o marginal

As marginais e/ou o marginal
Palco de convulsão e vandalismo
Espetáculo degradante e brutal
Sem um pingo de amor e de civismo

O rancoroso desintegrado da posse
Em agressiva vingança intolerante
Promove barricadas, como se fosse
O dono das marginais, naquele instante

Atravessa ônibus, saqueia os veículos,
Dos reféns d’ato, com a passagem obstruída
O desespero toma conta. São ridículos
Os meios de protestar e sua investida

O cidadão que sustenta toda máquina
Fica à mercê d’ intolerância irracional
O governo em suas atitudes de messalina
Não coíbe a baderna, no radical

Poderia do alto do helicóptero afastar
Com balas de borracha os meliantes,
Bem como pôr a cavalaria a enfretar
E a Rocan, para prendê-los em flagrantes

Suas atitudes fracas, geram forças brutas
Nosso governo, tem os meios, e não os usa
Se o maestro, não sabe usar a batuta
A afinação da orquestra fica confusa

Nessa semelhança, o meliante abusa
Sabendo que a punição não o alcança
Enquanto a população fica reclusa
O crime, a cada dia que passa, avança

Até quando... teremos esta intolerância
Os ladrões recebem todas as benesses,
No quadro dos mensaleiros, a impotência.
E, vê-los-emos em breve, em novas messes !

Estes, denominam-se presos políticos
Aberração ao vernáculo lusitano
Língua pátria, qu’em todos sensos criticos
Apelidá-lo desse termo, é puro engano!

Mas como nós, de engano em engano
Temos sido, constantemente enganados
Na frágil consciência do político insano
No encontro desses vis, entre os humanos

Suas mentes fantasiosas persuadem
Maquiando seu intento, ao eleitor
No disfarce maquiavélico invadem
... Se desprovido de boa-fé, o confessor !

Estes, são os ladrões do alto escalão,
Aqueles, os sem casa, os pés rapado
Aos que tudo falta, por vezes até o pão
Mas o crime, é igualmente tipificado

Surgem, entretanto sérias divergências
Os primeiros, são considerados excrecências
Os segundo serão sempre excelências
Mesmo no palco de tantas pestilências !

Porangaba, 23/11/2013
Armando A. C. Garcia

Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com

528

Natal - 2013

Natal - 2013

Senhor! Eu O espero novamente neste Natal.

Neste Natal, oremos pela Paz
Que haja paz em todos corações
Que haja paz em todas as Nações
Neste Natal, oremos pela Paz.

A exaltação, os ânimos domina
Que seja aplacada, pelo amor
Que em vez do grito, seja a flor
O pendão a desfraldar, rotina.

O denso véu que cobre consciências
Dos nossos governantes. Desperta !
Pra que não hajam, mais divergências
E sim, realidade, pura e certa

Seja o progresso moral a meta.
Extirpa a ganância do vil metal
Que o amor, e a paz neste planeta
Sejam sempre o lema principal

Enche de brandura os corações
Sejam os irados benevolentes
Leva a eles a verdade e as razões
Pra que sejam mais condescendentes

Neste Natal, Senhor, esparge a paz
Em todos os lares deste planeta
Leva um pouco de ventura vivaz
Ao morador da casa, e ao da sarjeta

Aurora de paz, nas taperas sem pão
A chaga de pobreza é imoral
Senhor, desperta o rude coração
Daqueles que são a chaga Nacional !

São Paulo, 31/10/2013 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
Feliz Natal e Alvissareiros
sucessos de Próspero Ano Novo - 2014
Leia - coletânea com 22 poesias de Natal
No meu blog: brisadapoesia.blogspot.com
571

Meu Portugal

Meu Portugal


Meu Portugal pequenino
Gigante por natureza
Tiveste tu, por destino
Levar ao mundo a proeza

De descobrir novos mundos
Façanha de alto valor
Naturalmente oriundo
Dum povo navegador

Intrépido e destemido
Audacioso e valente
Que não se dá por vencido
Nem no bote da serpente

Pequeninas caravelas
Na imensidade do mar
Desfraldaram suas velas
Começaram a navegar

Embaladas pela espuma
Ou pela procela do mar
Não tinham rota alguma
No caminho a explorar

Cruzaram ondas sem fim
A graça de Deus, deu poder
E, este pequeno jardim,
Começou a florescer

Foste a glória de um povo
E, ainda hoje, tu o és
O mundo se agita de novo
Quando vê um português.

Porangaba, 31/03/2012
Armando A. C. Garcia

Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com





586

Comentários (1)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Muito belo... harmonioso - e viva a natureza....