Armando A. C. Garcia

Armando A. C. Garcia

n. 1937 BR BR

n. 1937-11-12, São Paulo

Perfil
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A cupidez !

A cupidez !



Só se emprega o pensamento na ambição

A cupidez tomou conta deste mundo

O homem não pensa mais no amor profundo

Que do imo da alma chega ao coração


Na cega ambição, só valoriza o cifrão

Já não teme mais a eterna Divindade

Descansando, no berço da insanidade

Está a um passo da mental alienação


Dependurado na simultaneidade

De sempre levar vantagem a qualquer custo

Sem esforço, sem fadiga, salário injusto

Persuade no esquecimento a veleidade


Injustos, injustos seus procedimentos

Não tivesse por berço a materialidade.

Sem a prodigiosa luz da imaterialidade

Cai na ausência de puros sentimentos


Nessa ambição desmedida da riqueza

Perde o homem o sentimento e a razão

Vivendo encantado na escada da ilusão

Não percebe estar a um passo da avareza


Porangaba, 14/06/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia


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Biografia
Sou Poeta !

E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !

São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia 

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Poemas

480

Refutação !!! 

Refutação !!!  -   02-01-2026

 

Eu sinto teu coração

Palpitar pelo meu ser,

É tamanha a emoção

Que não o podes conter,

 

Avança no pensamento

Este, na meditação,

Atenta ao sentimento

Do teu nobre coração.

 

Vazias são as ações

Contrárias ao anseio,

- Que mutilam opiniões,

Quando se lhe põe um freio.

 

Deixa livre o sentimento

E toda comiseração,

Atende o fundamento

Que pede teu coração!

 

 São Paulo, 02/01/2026

Armando A. C. Garcia

 

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29

𝓔𝓼𝓽𝓪 𝓿𝓲𝓭𝓪 é 𝓾𝓶𝓪 𝓶𝓲𝔁ó𝓻𝓭𝓲𝓪...

𝓔𝓼𝓽𝓪 𝓿𝓲𝓭𝓪 é 𝓾𝓶𝓪 𝓶𝓲𝔁ó𝓻𝓭𝓲𝓪...

𝓔𝓼𝓽𝓪 𝓿𝓲𝓭𝓪 é 𝓾𝓶𝓪 𝓶𝓲𝔁ó𝓻𝓭𝓲𝓪
𝓓𝓮 𝓽𝓮𝓶𝓹𝓸𝓼 𝓮 𝓬𝓸𝓷𝓽𝓻𝓪𝓽𝓮𝓶𝓹𝓸𝓼,
𝓓𝓮 𝓭𝓲𝓼𝓼𝓪𝓫𝓸𝓻𝓮𝓼 𝓮 𝓪𝓵𝓮𝓰𝓻𝓲𝓪𝓼
𝓣𝓻𝓲𝓼𝓽𝓮𝔃𝓪𝓼 𝓮 𝓮𝓷𝓽𝓾𝓼𝓲𝓪𝓼𝓶𝓸𝓼.

É 𝓾𝓶 𝓶𝓲𝓼𝓽𝓸 𝓭𝓮 𝓽𝓸𝓻𝓽𝓾𝓻𝓪𝓼
𝓓𝓮 𝓹𝓻𝓪𝔃𝓮𝓻𝓮𝓼 𝓮 𝓪𝓯𝓵𝓲çõ𝓮𝓼,
𝓔 𝓷𝓪𝓼 𝓰𝓮𝓻𝓪çõ𝓮𝓼 𝓯𝓾𝓽𝓾𝓻𝓪𝓼
𝓐 𝓹𝓮𝓻𝓭𝓪 𝓭𝓪𝓼 𝓬𝓸𝓶𝓸çõ𝓮𝓼.

𝓝𝓮𝓼𝓽𝓮 𝓽𝓻𝓪𝓶𝓹𝓸𝓵𝓲𝓶 𝓭𝓪 𝓿𝓲𝓭𝓪
𝓗á 𝓿𝓲𝓽ó𝓻𝓲𝓪𝓼 𝓮 𝓭𝓮𝓻𝓻𝓸𝓽𝓪𝓼.
𝓗á 𝓪𝓶𝓸𝓻𝓮𝓼 𝓮 𝓭𝓮𝓼𝓪𝓶𝓸𝓻𝓮𝓼
𝓣𝓻𝓪𝓲çõ𝓮𝓼 𝓮 𝓭𝓮𝓼𝓵𝓮𝓪𝓵𝓭𝓪𝓭𝓮𝓼.

𝓝𝓮𝓼𝓽𝓮 𝓶𝓲𝓼𝓽𝓲𝓯ó𝓻𝓲𝓸 𝓭𝓪 𝓿𝓲𝓭𝓪
𝓐 𝓿𝓲𝓭𝓪 𝓿𝓪𝓶𝓸𝓼 𝓵𝓮𝓿𝓪𝓷𝓭𝓸,
𝓔 𝓷𝓮𝓼𝓽𝓪 𝓵𝓮𝓷𝓽𝓪 𝓬𝓸𝓻𝓻𝓲𝓭𝓪
𝓐𝓼 𝓯𝓸𝓻ç𝓪𝓼 𝓿𝓪𝓶𝓸𝓼 𝓶𝓲𝓷𝓪𝓷𝓭𝓸.

𝓔 𝓪𝓸𝓼 𝓹𝓸𝓾𝓬𝓸𝓼 𝓬𝓸𝓷𝓼𝓾𝓶𝓲𝓷𝓭𝓸
𝓤𝓶 𝓹𝓸𝓾𝓬𝓸 𝓭𝓮 𝓽𝓸𝓭𝓸𝓼 𝓷ó𝓼...
𝓔 𝓵𝓮𝓷𝓽𝓪𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓬𝓪𝓲𝓷𝓭𝓸
𝓝𝓸 𝓺𝓾𝓮 𝓷𝓸𝓼 𝓻𝓮𝓭𝓾𝔃𝓲𝓻á 𝓪 𝓹ó𝓼❗

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟎𝟑/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

 

 

 

 

18

Acepções ! 

Acepções !  -  02-01-2026

 

Pelos sentidos, sentimos

As definições desta vida,

A capacidade dos imos 

Pra discernir nossa lida.

 

E nessa interpretação 

De acepções cognitivas,

Sentimos inspiração

Pelas coisas sensitivas.

 

É grande a motivação

E o valor que ele nos trás, 

São nítidos na decisão

Por esse elo pertinaz!            

 

São Paulo, 02/01/2026

Armando A. C. Garcia

 

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𝔼𝕤𝕡𝕣𝕖𝕚𝕥𝕒 𝕒 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 !

𝔼𝕤𝕡𝕣𝕖𝕚𝕥𝕒 𝕒 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 !  -  𝟘𝟜-𝟘𝟙-𝟚𝟘𝟚𝟞

ℚ𝕦𝕒𝕟𝕥𝕒 𝕤𝕒𝕦𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕠 𝕞𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕔𝕒𝕣𝕣𝕖𝕘𝕒
ℕ𝕒 𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕕𝕖 𝕔𝕒𝕕𝕒 𝕤𝕖𝕣 𝕖𝕩𝕚𝕤𝕥𝕖𝕟𝕥𝕖, 
𝕃𝕖𝕞𝕓𝕣𝕒𝕟ç𝕒, 𝕟𝕠𝕤𝕥𝕒𝕝𝕘𝕚𝕒 𝕖 𝕡𝕖𝕤𝕒𝕣
𝔻𝕦𝕞 𝕒𝕞𝕠𝕣 𝕡𝕒𝕤𝕤𝕒𝕕𝕠, 𝕠𝕦 𝕡𝕖𝕣𝕞𝕒𝕟𝕖𝕟𝕥𝕖.

𝕊𝕒𝕦𝕕𝕒𝕕𝕖, 𝕖𝕤𝕡𝕣𝕖𝕚𝕥𝕒 𝕒 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖...
𝕊𝕖𝕟𝕥𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕕𝕖 ê𝕩𝕚𝕥𝕠 𝕖 𝕧𝕖𝕟𝕥𝕦𝕣𝕒,
ℂ𝕠𝕟𝕕𝕚çã𝕠 𝕕𝕖 𝕡𝕝𝕖𝕟𝕒 𝕡𝕣𝕚𝕠𝕣𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 
ℙ𝕣𝕒 𝕢𝕦𝕖 𝕧𝕚𝕧𝕖𝕦 𝕕𝕚𝕒𝕤 𝕕𝕖 𝕒𝕞𝕒𝕣𝕘𝕦𝕣𝕒 !

𝔻𝕖𝕤𝕘𝕠𝕤𝕥𝕠, 𝕕𝕠𝕣 𝕖 𝕒 𝕔𝕠𝕟𝕤𝕥𝕖𝕣𝕟𝕒çã𝕠,
𝕄𝕦𝕥𝕚𝕝𝕒𝕣𝕒𝕞 𝕒 𝕥𝕒𝕝 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖,
𝕊ó 𝕣𝕖𝕤𝕥𝕠𝕦 𝕒𝕠 𝕔𝕒𝕣𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕔𝕠𝕣𝕒çã𝕠
𝕊𝕖𝕘𝕦𝕚𝕣 𝕠 𝕤𝕖𝕦 𝕣𝕦𝕞𝕠 𝕟𝕒 𝕤𝕠𝕝𝕖𝕕𝕒𝕕𝕖 !

𝔼 𝕖𝕟𝕗𝕣𝕖𝕟𝕥𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕧𝕖𝕟𝕕𝕒𝕧𝕒𝕚𝕤 𝕚𝕟𝕥𝕖𝕟𝕤𝕠𝕤
𝕋𝕖𝕞𝕡𝕖𝕤𝕥𝕦𝕠𝕤𝕠𝕤 𝕒𝕠 𝕔𝕖𝕣𝕟𝕖 𝕙𝕦𝕞𝕒𝕟𝕠.
𝔼𝕟𝕔𝕒𝕣𝕠𝕦 𝕧𝕚𝕤 𝕕𝕚𝕤𝕤𝕒𝕓𝕠𝕣𝕖𝕤 𝕚𝕞𝕖𝕟𝕤𝕠𝕤,
ℕ𝕒 𝕤𝕒𝕦𝕕𝕒𝕕𝕖... 𝕢𝕦𝕖 𝕗𝕠𝕚 𝕤𝕖𝕦 𝕕𝕖𝕤𝕖𝕟𝕘𝕒𝕟𝕠.

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𝔸𝕣𝕞𝕒𝕟𝕕𝕠 𝔸. ℂ. 𝔾𝕒𝕣𝕔𝕚𝕒

ℕ𝕠 𝔽𝕒𝕔𝕖𝕓𝕠𝕠𝕜 𝕠𝕦 𝕍𝕚𝕤𝕚𝕥𝕖 𝕞𝕖𝕦𝕤 𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤:
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕓𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕔𝕣𝕚𝕒𝕟𝕔𝕒𝕤𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕡𝕣𝕖𝕝𝕦𝕕𝕚𝕠𝕕𝕖𝕤𝕠𝕟𝕖𝕥𝕠𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝔼𝕤𝕔𝕣𝕚𝕥𝕒𝕤.𝕠𝕣𝕘
𝔼 𝕔𝕒𝕟𝕒𝕝 𝕕𝕠 𝕎𝕙𝕒𝕥𝕤𝔸𝕡𝕡: 𝔹𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒

𝔻𝕚𝕣𝕖𝕚𝕥𝕠𝕤 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕒𝕚𝕤 𝕣𝕖𝕘𝕚𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠𝕤
𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣

 

 

 

 

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𝓓𝓲𝓼𝓬𝓻𝓮𝓽𝓪 𝓢𝓾𝓽𝓲𝓵𝓮𝔃𝓪.

𝓓𝓲𝓼𝓬𝓻𝓮𝓽𝓪 𝓢𝓾𝓽𝓲𝓵𝓮𝔃𝓪... -  𝟎𝟒-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔

𝓝𝓮𝓼𝓽𝓮 𝓶𝓾𝓷𝓭𝓸 𝓭𝓮 𝓲𝓷𝓬𝓮𝓻𝓽𝓮𝔃𝓪𝓼
𝓔𝓶 𝓺𝓾𝓮 𝓪 𝓯𝓵𝓪𝓶𝓪 𝓮 𝓪 𝓹𝓪𝓲𝔁ã𝓸,
𝓒𝓪𝓶𝓲𝓷𝓱𝓪𝓶 𝓷𝓪 𝓼𝓲𝓷𝓰𝓮𝓵𝓮𝔃𝓪
𝓓𝓮𝓼𝓽𝓻𝓸ç𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓸 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸.

𝓞 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸 𝓭𝓮 𝓺𝓾𝓮𝓶 𝓪𝓶𝓪
𝓢𝓮𝓶 𝓼𝓮𝓻 𝓲𝓰𝓾𝓪𝓵𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓪𝓶𝓪𝓭𝓸,
𝓣𝓪𝓷𝓽𝓸 𝓼𝓸𝓯𝓻𝓮 𝓾𝓶𝓪 𝓭𝓪𝓶𝓪,
𝓒𝓸𝓶𝓸 𝓾𝓶 𝓱𝓸𝓶𝓮𝓶 𝓾𝓵𝓽𝓻𝓪𝓳𝓪𝓭𝓸.

𝓞 𝓾𝓵𝓽𝓻𝓪𝓳𝓮, é 𝓸𝓯𝓮𝓷𝓼𝓪 𝓰𝓻𝓪𝓿𝓮
𝓔𝓷𝓰𝓪𝓷𝓪𝓻 𝓸 𝓷𝓪𝓶𝓸𝓻𝓪𝓭𝓸,
É 𝓫𝓸𝓵𝓪 𝓺𝓾𝓮 𝓫𝓪𝓽𝓮 𝓷𝓪 𝓽𝓻𝓪𝓿𝓮
𝓢𝓮𝓶 𝓰𝓸𝓵, 𝓳𝓸𝓰𝓸 𝓪𝓬𝓪𝓫𝓪𝓭𝓸.

𝓝𝓮𝓼𝓽𝓮 𝓶𝓾𝓷𝓭𝓸 𝓭𝓮 𝓲𝓷𝓬𝓮𝓻𝓽𝓮𝔃𝓪𝓼
𝓓ú𝓿𝓲𝓭𝓪𝓼 𝓮 𝓲𝓷𝓭𝓮𝓬𝓲𝓼ã𝓸,
𝓒𝓸𝓶 𝓭𝓲𝓼𝓬𝓻𝓮𝓽𝓪 𝓼𝓾𝓽𝓲𝓵𝓮𝔃𝓪,
𝓝ã𝓸 𝓮𝓷𝓰𝓪𝓷𝓮 𝓸 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸 ❗

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟎𝟒/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

 

 

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Contextos ! 

Contextos !  -  05-01-2026

 

Neste compacto de vida              

Entra a alma e a matéria,

Aquela, tem a incumbência

De levar ao Criador,

As mazelas da consciência 

De nosso ódio e rancor.

 

A alma é o substrato da vida

Base, fundamento, essência,

É nela que está contida,

O senso e a consciência,

Da cognição, armazém, 

Que do viver lhe provém.

 

Entre a prova e a aprovação

Muitos anseios se vão...

Uma, é cheia de aforismos

Outra, só de aprovação.

 

São Paulo, 05/01/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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27

Por Maduro e suas  prisões,

Por Maduro e suas  prisões, -  06-01-2026
 

Estes povos, divididos

Entre pequenas e grandes nações,

Todos eles se manifestaram

Por Maduro e suas prisões,

 

Entretanto, todavia,

Seja lá, pelo que for

Ninguém se manifestou 

Pela Ucrânia invadida,

 

Pela Rússia, agressora,

Que de um terço se apoderou.

Para ela, não há soberania

Respeito no mundo afora;

 

Parece. Não é verdade. 

O mundo inteiro tem medo

De enfrentar a invasora,

Pelas bombas nucleares

No seu poderio militar.

 

Contudo esse poderio

Não é exclusivamente seu,

Países vários no mundo

Têm armamento igual.

 

Não creio que algum faça uso

Porque seria, do mundo o final,

É uma roca. Sem fuso

E que sem ele, nada vale;

 

Vejam só que a invasora

Em território é a maior,

Com pouca população,

A China tem quase dez vezes mais

 

Território, pouco mais que a metade

Vejam que esta invasão,

Não só fere; como alarde

A soberania doutra nação.

 

E o mundo, fica quieto e mudo

Na bravata que em guerra se tornou,

Quatro anos a Ucrânia Lotou

E o mundo... silente e mudo.

 

E em mudo; não se tornou

Mas pra defender traficante

Friamente ele acordou

Ditador é mais dignificante.

 

Numa nação invadida,

Que dirão os invadidos,

De sua Pátria querida,

Nacionalidade perdida!

 

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟎𝟔/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)

𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

 

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰

𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

 

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼

𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

43

Seu olor era de jasmim ! 

Seu olor era de jasmim ! -  10-01-20026

 

Naturalmente perfumada

A mulher que tanto amava,

Seu olor era de jasmim

Nunca senti noutra assim.

 

Exalava fluentemente

Um olor inebriante,

Que a áurea perfumava

Transcendendo a lava.

 

O almiscarado olor

Que dela se desprendia,

Era um misto de flor

Da alma, a ousadia.

 

Essa flor que era mulher

Não se deixava abster,

Era um mesclado de olor

Nas pétalas duma flor !

 

A Deusa dos sonhos meus

Deixou-me sem um adeus,

Inda sinto o terno olor

E de seu corpo, o calor !

 

São Paulo, 10/01/2026 (data da criação)
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𝕹𝖔 𝖗𝖎𝖙𝖔 𝖉𝖊 𝖙𝖊𝖚 𝖗𝖎𝖙𝖚𝖆𝖑

𝕹𝖔 𝖗𝖎𝖙𝖔 𝖉𝖊 𝖙𝖊𝖚 𝖗𝖎𝖙𝖚𝖆𝖑 – ❗❗-𝟎❗-𝟐𝟎𝟐𝟔

𝕮𝖗𝖆𝖛𝖔𝖚 𝖚𝖒𝖆 𝖆𝖉𝖆𝖌𝖆 𝖊𝖒 𝖒𝖊𝖚 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔,
𝕼𝖚𝖊 𝖆𝖙é 𝖍𝖔𝖏𝖊 𝖊𝖚 𝖘𝖎𝖓𝖙𝖔 𝖔 𝖋𝖗𝖎𝖔 𝖉𝖆 𝖒𝖔𝖗𝖙𝖊
𝕹𝖔 𝖊𝖓𝖔𝖗𝖒𝖊 𝖊 𝖛𝖆𝖘𝖙𝖔 𝖈𝖆𝖑𝖔𝖗 𝖉𝖔 𝖛𝖊𝖗ã𝖔.

𝕹ã𝖔 𝖊𝖘𝖕𝖊𝖗𝖆𝖛𝖆 𝖚𝖒 𝖈𝖆𝖗𝖎𝖓𝖍𝖔 𝖒𝖔𝖗𝖙𝖆𝖑...
- 𝕰𝖘𝖈𝖔𝖒𝖇𝖗𝖔𝖘 𝖉𝖊 𝖒𝖚𝖎 𝖌𝖗𝖆𝖓𝖉𝖊 𝖆𝖛𝖊𝖗𝖘ã𝖔,
𝕮𝖍𝖊𝖌𝖆𝖗𝖆𝖒 𝖆 𝖒𝖎𝖒, 𝖕𝖊𝖑𝖔 𝖙𝖊𝖚 𝖗𝖎𝖙𝖚𝖆𝖑 !

𝕾ã𝖔 𝕻𝖆𝖚𝖑𝖔, ❗❗/𝟎❗/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝖉𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖆 𝖈𝖗𝖎𝖆çã𝖔)
𝕬𝖗𝖒𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕬. 𝕮. 𝕲𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆

𝕹𝖔 𝕱𝖆𝖈𝖊𝖇𝖔𝖔𝖐 𝖔𝖚 𝖁𝖎𝖘𝖎𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚𝖘 𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘:
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖈𝖗𝖎𝖆𝖓𝖈𝖆𝖘𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖕𝖗𝖊𝖑𝖚𝖉𝖎𝖔𝖉𝖊𝖘𝖔𝖓𝖊𝖙𝖔𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝕰𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙𝖆𝖘.𝖔𝖗𝖌
𝕰 𝖈𝖆𝖓𝖆𝖑 𝖉𝖔 𝖂𝖍𝖆𝖙𝖘𝕬𝖕𝖕: 𝕭𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆

𝕯𝖎𝖗𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖆𝖎𝖘 𝖗𝖊𝖌𝖎𝖘𝖙𝖗𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕸𝖆𝖓𝖙𝖊𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆 – 𝕻𝖔𝖉𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗

 

 

 

19

Sou da paz ! 

Sou da paz !  -  11-01-2025

 

Sou da paz e sou do amor

Seja lá, para o que for...

Sempre serei eterna aurora

Neste mundo, ou mundo afora.

 

A acuidade da alma,

Requer silêncio e calma,       

Para haurir todo frescor

Que exala de nosso amor.

 

Dentro de ti, algo se empola,

Não quero amor, como esmola.

Esparze um profundo clamor

Num audaz voo; traz amor !

 

Na quietude da alma

Em que o corpo pede calma,

Postergando minha fé,

Vejo o mundo, em você.

 

São Paulo, 11/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Comentários (1)

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Muito belo... harmonioso - e viva a natureza....