Armando A. C. Garcia

Armando A. C. Garcia

n. 1937 BR BR

n. 1937-11-12, São Paulo

Perfil
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A cupidez !

A cupidez !



Só se emprega o pensamento na ambição

A cupidez tomou conta deste mundo

O homem não pensa mais no amor profundo

Que do imo da alma chega ao coração


Na cega ambição, só valoriza o cifrão

Já não teme mais a eterna Divindade

Descansando, no berço da insanidade

Está a um passo da mental alienação


Dependurado na simultaneidade

De sempre levar vantagem a qualquer custo

Sem esforço, sem fadiga, salário injusto

Persuade no esquecimento a veleidade


Injustos, injustos seus procedimentos

Não tivesse por berço a materialidade.

Sem a prodigiosa luz da imaterialidade

Cai na ausência de puros sentimentos


Nessa ambição desmedida da riqueza

Perde o homem o sentimento e a razão

Vivendo encantado na escada da ilusão

Não percebe estar a um passo da avareza


Porangaba, 14/06/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia


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Biografia
Sou Poeta !

E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !

São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia 

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Poemas

480

𝔸𝕤 𝕧í𝕥𝕚𝕞𝕒𝕤 𝕕𝕒 𝕔𝕣𝕦𝕖𝕝𝕕𝕒𝕕𝕖

𝔸𝕤 𝕧í𝕥𝕚𝕞𝕒𝕤 𝕕𝕒 𝕔𝕣𝕦𝕖𝕝𝕕𝕒𝕕𝕖  -  𝟙𝟝-𝟘𝟙-𝟚𝟘𝟚𝟞

𝔻𝕖 𝕗𝕠𝕣𝕞𝕒 𝕞𝕒𝕝 𝕥𝕣𝕒𝕥𝕒𝕕𝕒 𝕖 𝕒𝕕𝕛𝕒𝕔𝕖𝕟𝕥𝕖
ℂ𝕒𝕞𝕚𝕟𝕙𝕒𝕧𝕒 𝕥𝕣𝕚𝕤𝕥𝕖, 𝕖 𝕥𝕣𝕚𝕤𝕥𝕖𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖
ℕ𝕒 𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖, 𝕡𝕖𝕝𝕒𝕤 𝕣𝕦𝕒𝕤 𝕚𝕟𝕤𝕠𝕝𝕖𝕟𝕥𝕖𝕤,
𝔸𝕠𝕤 𝕡𝕖𝕣𝕚𝕘𝕠𝕤 𝕖 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕣𝕒𝕥𝕖𝕞𝕡𝕠𝕤 𝕖𝕞𝕚𝕟𝕖𝕟𝕥𝕖𝕤.

ℕã𝕠 𝕤𝕖𝕟𝕥𝕚𝕒 𝕡𝕣𝕠𝕥𝕖çã𝕠 𝕡𝕖𝕝𝕠 𝔼𝕤𝕥𝕒𝕕𝕠
𝔸 𝕔𝕒𝕕𝕒 𝕡𝕒𝕤𝕤𝕠, 𝕡𝕠𝕕𝕖𝕣𝕚𝕒 𝕤𝕖𝕣 𝕝𝕖𝕧𝕒𝕕𝕠,
ℙ’𝕝𝕠𝕤 𝕓𝕒𝕟𝕕𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕕𝕠𝕞𝕚𝕟𝕒𝕞 𝕒 𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖
𝕊𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕤𝕖𝕢𝕦𝕖𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠 𝕤𝕖𝕞 𝕡𝕚𝕖𝕕𝕒𝕕𝕖,

𝕃𝕖𝕧𝕒𝕕𝕠 𝕒𝕠 𝕔𝕒𝕥𝕚𝕧𝕖𝕚𝕣𝕠, 𝕟𝕒𝕤 𝕢𝕦𝕖𝕓𝕣𝕒𝕕𝕒𝕤
ℂ𝕠𝕞 𝕙𝕠𝕣𝕒𝕤 𝕕𝕖 𝕒𝕟𝕘ú𝕤𝕥𝕚𝕒, 𝕞𝕒𝕝 𝕡𝕒𝕤𝕤𝕒𝕕𝕒𝕤,
𝔸𝕞𝕖𝕒ç𝕒𝕤 𝕕𝕖 𝕞𝕠𝕣𝕥𝕖 𝕖 𝕥𝕠𝕕𝕒 𝕒 𝕤𝕠𝕣𝕥𝕖 
𝔻𝕖 𝕥𝕠𝕣𝕡𝕖𝕫𝕒𝕤, 𝕖𝕩𝕡𝕠𝕤𝕥𝕠 𝕒𝕥é à 𝕞𝕠𝕣𝕥𝕖.

𝔽𝕒𝕫𝕖𝕞 𝕥𝕣𝕒𝕟𝕤𝕗𝕖𝕣ê𝕟𝕔𝕚𝕒𝕤 𝕕𝕖 𝕤𝕦𝕒𝕤 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕒𝕤
ℂ𝕠𝕞𝕡𝕣𝕒𝕤, 𝕖𝕞𝕡𝕣é𝕤𝕥𝕚𝕞𝕠𝕤 𝕕𝕖 𝕘𝕣𝕒𝕟𝕕𝕖𝕤 𝕞𝕠𝕟𝕥𝕒𝕤,
ℙ𝕖𝕣𝕡𝕖𝕥𝕣𝕒𝕞 𝕒𝕥𝕣𝕠𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖𝕤, 𝕥𝕣𝕦𝕔𝕦𝕝ê𝕟𝕔𝕚𝕒𝕤  
ℕ𝕦𝕞 𝕤𝕖𝕞 𝕟ú𝕞𝕖𝕣𝕠 𝕕𝕖 𝕧𝕚𝕤 𝕧𝕚𝕠𝕝ê𝕟𝕔𝕚𝕒𝕤.  

𝔼𝕤𝕥𝕒 é 𝕒 𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕢𝕦𝕖 𝕟𝕖𝕞 𝕒 𝕒𝕝𝕚𝕒𝕟ç𝕒
ℕ𝕠 𝕕𝕖𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕕𝕖 𝕦𝕤𝕒𝕣, 𝕔𝕠𝕞 𝕖𝕤𝕡𝕖𝕣𝕒𝕟ç𝕒 
𝔻𝕖 𝕔𝕠’𝕖𝕝𝕒 𝕡𝕠𝕕𝕖𝕣 𝕖𝕞 𝕔𝕒𝕤𝕒 𝕣𝕖𝕥𝕠𝕣𝕟𝕒𝕣, 
𝕀𝕘𝕦𝕒𝕝𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖, 𝕠 𝕡𝕖𝕢𝕦𝕖𝕟𝕠 𝕔𝕖𝕝𝕦𝕝𝕒𝕣.

𝔸 𝕚𝕤𝕥𝕠 𝕖𝕤𝕥𝕒𝕞𝕠𝕤 𝕕𝕚𝕒𝕣𝕚𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕖𝕩𝕡𝕠𝕤𝕥𝕠𝕤
ℕã𝕠 𝕒𝕕𝕚𝕒𝕟𝕥𝕒 𝕔𝕠𝕓𝕣𝕚𝕣 𝕠𝕤 𝕟𝕠𝕤𝕤𝕠𝕤 𝕣𝕠𝕤𝕥𝕠𝕤,
ℙ𝕠𝕣𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕝𝕖𝕤, 𝕖𝕤𝕥ã𝕠 𝕟𝕒𝕤 𝕞𝕠𝕥𝕠𝕤 𝕖𝕞 𝕔𝕒𝕕𝕒 𝕔𝕒𝕟𝕥𝕠
𝕊𝕦𝕣𝕡𝕣𝕖𝕖𝕟𝕕𝕖𝕟𝕕𝕠-𝕟𝕠𝕤 𝕟𝕠 𝕕𝕖𝕤𝕖𝕟𝕔𝕒𝕟𝕥𝕠.

𝕊𝕦𝕒 𝕛𝕒𝕔𝕥â𝕟𝕔𝕚𝕒 𝕖 𝕓𝕒𝕫ó𝕗𝕚𝕒 é 𝕟𝕠𝕥ó𝕣𝕚𝕒
ℕ𝕠 𝕞𝕖𝕚𝕠 𝕕𝕒 𝕣𝕦𝕒 𝕤𝕒𝕔𝕒𝕞 𝕤𝕦𝕒 𝕡𝕣𝕖𝕥ó𝕣𝕚𝕒,
𝔽𝕒𝕫𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕤𝕦𝕒 𝕛𝕦𝕤𝕥𝕚ç𝕒 𝕡𝕦𝕓𝕝𝕚𝕔𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖
𝕊𝕖𝕞 𝕣𝕖𝕔𝕖𝕚𝕠, 𝕡𝕠𝕣𝕢𝕦𝕖 𝕡𝕠𝕝í𝕔𝕚𝕒 𝕒𝕦𝕤𝕖𝕟𝕥𝕖.  


𝕊ã𝕠 ℙ𝕒𝕦𝕝𝕠, 𝟙𝟝/𝟘𝟙/𝟚𝟘𝟚𝟞 (𝕕𝕒𝕥𝕒 𝕕𝕒 𝕔𝕣𝕚𝕒çã𝕠)
𝔸𝕣𝕞𝕒𝕟𝕕𝕠 𝔸. ℂ. 𝔾𝕒𝕣𝕔𝕚𝕒

ℕ𝕠 𝔽𝕒𝕔𝕖𝕓𝕠𝕠𝕜 𝕠𝕦 𝕍𝕚𝕤𝕚𝕥𝕖 𝕞𝕖𝕦𝕤 𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤:
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕓𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕔𝕣𝕚𝕒𝕟𝕔𝕒𝕤𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕡𝕣𝕖𝕝𝕦𝕕𝕚𝕠𝕕𝕖𝕤𝕠𝕟𝕖𝕥𝕠𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝔼𝕤𝕔𝕣𝕚𝕥𝕒𝕤.𝕠𝕣𝕘
𝔼 𝕔𝕒𝕟𝕒𝕝 𝕕𝕠 𝕎𝕙𝕒𝕥𝕤𝔸𝕡𝕡: 𝔹𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒

𝔻𝕚𝕣𝕖𝕚𝕥𝕠𝕤 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕒𝕚𝕤 𝕣𝕖𝕘𝕚𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠𝕤
𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣

 

 

22

Das sete virtudes !

Das sete virtudes ! – 16-01-2026

 

Das sete virtudes Cardeais e Teologais

A última a morrer é sempre a esperança

Perde-se a prudência, a justiça, a fortaleza,

A caridade-amor, fé, e a temperança.

 

A última a sucumbir é a tal da esperança

Nos últimos alentos... ela inda está presente.

É derradeira perspectiva que avança

Jamais, e nunca de nós está ausente.

 

Diz o ditado: quem espera, sempre alcança

Onde impera a esperança, desabrocha a flor,

Infindável... é a eterna temperança

O refúgio, e o sustento do amor!

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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34

𝓣𝓸𝓻𝓹𝓮, 𝓽𝓸𝓻𝓹𝓮𝔃𝓪 ❗

𝓣𝓸𝓻𝓹𝓮, 𝓽𝓸𝓻𝓹𝓮𝔃𝓪 ❗  - 𝟏𝟔-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔

𝓣𝓸𝓻𝓹𝓮, 𝓽𝓸𝓻𝓹𝓮𝔃𝓪 𝓪 𝓽𝓾𝓪
𝓝𝓸𝓼 𝓭𝓲𝓪𝓼 𝓭𝓮 𝓼𝓸𝓵𝓲𝓭ã𝓸,
𝓝𝓮𝓶 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓪 𝓪𝓼 𝓹𝓮𝓭𝓻𝓪𝓼 𝓭𝓪 𝓻𝓾𝓪
𝓐𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓷𝓱𝓪𝓶 𝓪 𝓲𝓷𝓪𝓷𝓲çã𝓸.

𝓘𝓰𝓷ó𝓫𝓲𝓵 𝓮 𝓿𝓮𝓻𝓰𝓸𝓷𝓱𝓸𝓼𝓸
𝓓𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓼𝓽𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮 𝓼𝓮𝓶 𝓯𝓲𝓶,
𝓒𝓸𝓶 𝓮𝓼𝓼𝓮 𝓪𝓶𝓸𝓻 𝓬𝓸𝓫𝓲ç𝓸𝓼𝓸
𝓝ã𝓸 𝓬𝓱𝓮𝓰𝓾𝓮𝓼 𝓹𝓮𝓻𝓽𝓸 𝓭𝓮 𝓶𝓲𝓶.

𝓣𝓾𝓪𝓼 𝓮𝓶𝓸çõ𝓮𝓼 𝓭𝓮 𝓹𝓮𝓭𝓻𝓪
𝓡𝓮𝓯𝓵𝓮𝓽𝓮𝓶 𝓽𝓾𝓪 𝓻𝓮𝓹𝓾𝓽𝓪çã𝓸,
𝓢𝓮 𝓸 𝓬𝓸𝓷𝓬𝓮𝓲𝓽𝓸 𝓷ã𝓸 𝓶𝓮𝓭𝓻𝓪
𝓔𝓼𝓽á𝓼 𝓯𝓸𝓻𝓪 𝓭𝓮 𝓶𝓮𝓾 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸.

𝓔𝓼𝓺𝓾𝓮𝓬𝓮 𝓺𝓾𝓮 𝓮𝓾 𝓮𝔁𝓲𝓼𝓽𝓸
𝓓𝓮𝓲𝔁𝓪 𝓭𝓮 𝓶𝓮 𝓪𝓫𝓸𝓻𝓭𝓪𝓻.
𝓝ã𝓸 𝓹𝓸𝓼𝓼𝓾𝓸 𝓓𝓸𝓷𝓼 𝓭𝓮 𝓒𝓻𝓲𝓼𝓽𝓸
𝓟’𝓻𝓪 𝓹𝓸𝓻 𝓽𝓲, 𝓶𝓮 𝓼𝓪𝓬𝓻𝓲𝓯𝓲𝓬𝓪𝓻 ❗

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟏𝟔/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪
    
𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

18

Deixa a vida te levar,

Deixa a vida te levar,  -  17-01-226

 

Deixa a vida te levar,

Não queiras mudar seu curso.

Devagar podes chegar,

Onde o destino está incurso.

 

Seu fluxo é natural

Ele imprime e transmite,

No seu próprio ritual

Sempre dentro do limite.

 

Como a luz que se propaga

No meio da escuridão,

Não se extingue, nem se apaga

Como o Sol da redenção.

 

A vida tem seus entraves

Percalços a enfrentar,

Vê que até as próprias aves

Nem sempre estão a voar.

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar -  17-01-226

 

Deixa a vida te levar,

Não queiras mudar seu curso.

Devagar podes chegar,

Onde o destino está incurso.

 

Seu fluxo é natural

Ele imprime e transmite,

No seu próprio ritual

Sempre dentro do limite.

 

Como a luz que se propaga

No meio da escuridão,

Não se extingue, nem se apaga

Como o Sol da redenção.

 

A vida tem seus entraves

Percalços a enfrentar,

Vê que até as próprias aves

Nem sempre estão a voar.

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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25

A vida é uma tarefa.

A vida é uma tarefa. – 13-12-2025

 

A vida é uma tarefa

Que precisa ser concluída,

Não com corrida, nem pressa.

- Mas precisa ser vivida.

 

Depende da iniciativa

De cada um, essa tarefa,

Não há muita alternativa

É muito grande a catrefa,

 

Que este mundo domina.

Tua tarefa, executa,

Tal labuta nos ensina, 

A nossos dias prolongar.

 

Há contratempos na vida,

Mas também há alegrias,

Uns têm muita comida

Mas vivem na melancolia.

 

Outros, pouco pra comer

São alegres e felizes,

Não se deixam esvaecer

Nas falhas, ou nos deslizes,

 

Cumprem integralmente

A tarefa instituída;

Aqueloutros, geralmente,

Levam a vida perdida.

 

São Paulo, 13-12-2025

Armando A. C. Garcia

 

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20

𝔸𝕤𝕤𝕠𝕡𝕣𝕠𝕤 𝕕𝕠 ℂ𝕣𝕚𝕒𝕕𝕠𝕣

𝔸𝕤𝕤𝕠𝕡𝕣𝕠𝕤 𝕕𝕠 ℂ𝕣𝕚𝕒𝕕𝕠𝕣 ! 𝟙𝟛-𝟙𝟚-𝟚𝟘𝟚𝟝

𝔸 𝕒𝕝𝕖𝕘𝕣𝕚𝕒, é 𝕠 𝕒𝕞𝕠𝕣
𝔼𝕤𝕤𝕖 é 𝕠 𝔻𝕠𝕞 𝕞𝕒𝕚𝕠𝕣,
ℚ𝕦𝕖 𝕠 𝔹𝕠𝕞 𝔻𝕖𝕦𝕤 𝕖𝕟𝕤𝕚𝕟𝕠𝕦
𝔼 𝕒 𝕒𝕝𝕞𝕒 𝕡𝕒𝕔𝕚𝕗𝕚𝕔𝕠𝕦.

𝔸𝕞𝕠𝕣, 𝕒𝕗𝕖𝕥𝕠, 𝕒𝕞𝕚𝕫𝕒𝕕𝕖
𝔼𝕤𝕥𝕚𝕞𝕒, 𝕒𝕡𝕣𝕖ç𝕠, 𝕓𝕠𝕟𝕕𝕒𝕕𝕖,
𝕊ã𝕠 𝕗𝕒𝕥𝕠𝕣𝕖𝕤 𝕡𝕣𝕖𝕡𝕠𝕟𝕕𝕖𝕣𝕒𝕟𝕥𝕖𝕤
𝔸𝕤𝕤𝕠𝕡𝕣𝕠𝕤 𝕕’ℂ𝕣𝕚𝕒𝕕𝕠𝕣 𝕔𝕠𝕟𝕤𝕥𝕒𝕟𝕥𝕖𝕤. 

ℙ𝕖𝕣𝕞𝕒𝕟𝕖𝕟𝕥𝕖𝕤 𝕖𝕞 𝕟𝕠𝕤𝕤𝕒 𝕧𝕚𝕕𝕒,
𝔻𝕖𝕤𝕕𝕖 𝕠 𝕟𝕒𝕤𝕔𝕖𝕣 à 𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕕𝕒.
ℙ𝕒𝕦𝕥𝕒𝕕𝕠𝕤 𝕖 𝕒𝕛𝕦𝕤𝕥𝕒𝕕𝕠𝕤,
ℙ’𝕝𝕠 𝕥𝕖𝕞𝕡𝕠, 𝕒𝕡𝕖𝕣𝕗𝕖𝕚ç𝕠𝕒𝕕𝕠𝕤.

𝕍ã𝕠 𝕤𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒𝕤𝕤𝕚𝕞 𝕞𝕖𝕝𝕙𝕠𝕣𝕒𝕕𝕠𝕤,
ℕ𝕠𝕤𝕤𝕠𝕤 𝕤𝕖𝕟𝕥𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠𝕤 𝕒𝕝𝕒𝕕𝕠𝕤, 
ℙ𝕣𝕒 𝕟𝕠 𝕒𝕔𝕖𝕣𝕥𝕠 𝕕𝕒𝕤 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕒𝕤,
ℕã𝕠 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕚𝕤𝕒𝕣 𝕕𝕖 𝕒𝕗𝕣𝕠𝕟𝕥𝕒𝕤 !

𝕊ã𝕠 ℙ𝕒𝕦𝕝𝕠, 𝟙𝟛-𝟙𝟚-𝟚𝟘𝟚𝟝 (𝕕𝕒𝕥𝕒 𝕕𝕒 𝕔𝕣𝕚𝕒çã𝕠)
𝔸𝕣𝕞𝕒𝕟𝕕𝕠 𝔸. ℂ. 𝔾𝕒𝕣𝕔𝕚𝕒

ℕ𝕠 𝔽𝕒𝕔𝕖𝕓𝕠𝕠𝕜 𝕠𝕦 𝕍𝕚𝕤𝕚𝕥𝕖 𝕞𝕖𝕦𝕤 𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤:
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕓𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕔𝕣𝕚𝕒𝕟𝕔𝕒𝕤𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕡𝕣𝕖𝕝𝕦𝕕𝕚𝕠𝕕𝕖𝕤𝕠𝕟𝕖𝕥𝕠𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝔼𝕤𝕔𝕣𝕚𝕥𝕒𝕤.𝕠𝕣𝕘
𝔼 𝕔𝕒𝕟𝕒𝕝 𝕕𝕠 𝕎𝕙𝕒𝕥𝕤𝔸𝕡𝕡: 𝔹𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒

𝔻𝕚𝕣𝕖𝕚𝕥𝕠𝕤 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕒𝕚𝕤 𝕣𝕖𝕘𝕚𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠𝕤
𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣
 

20

As espigas nos trigais ! 

As espigas nos trigais !  - 27-01-2026

 

Baloiçavam as espigas nos trigais

Serpenteandas como as ondas do mar,

E naquele movimento exótico reais,

Eram os efeitos visíveis a ondular.

 

As espigas douradas p’los raios d’sol

Formavam uma beleza inigualável,

Só comparável ao belo arrebol,

Através do ondulado incomparável.

 

As mansas ondas dos frugosos trigais

Se vêm ainda no crepuscular do dia,

A alourar e não se cansam jamais

De agitar suas espigas à ventania.

 

O trigo é nosso alimento elementar;

Por ser simples e fácil de preparar.

É o básico em qualquer situação,

E não passa fome quem tem o pão.

 

São Paulo, 27/01/2026 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 

 

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33

𝓣𝓪𝓵𝓿𝓮𝔃 ❗

𝓣𝓪𝓵𝓿𝓮𝔃 ❗  –  𝟐𝟒-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔

𝓣𝓪𝓵𝓿𝓮𝔃, 𝓽𝓮 𝓮𝓷𝓬𝓸𝓷𝓽𝓻𝓮 𝓾𝓶 𝓭𝓲𝓪
𝓝𝓪 𝓮𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓪 𝓭𝓪 𝓼𝓸𝓵𝓲𝓭ã𝓸,
𝓔 𝓷𝓮𝓼𝓼𝓪 𝓿𝓮𝓻𝓮𝓭𝓪 𝓼𝓸𝓶𝓫𝓻𝓲𝓪  
𝓔𝓼𝓽𝓮𝓷𝓭𝓮𝓻𝓮𝓲 𝓪 𝓶𝓲𝓷𝓱𝓪 𝓶ã𝓸❗

𝓞 𝓽𝓮𝓶𝓹𝓸 𝓺𝓾𝓮 𝓽𝓾𝓭𝓸 𝓶𝓾𝓭𝓪
𝓣𝓮𝓾 𝓬𝓾𝓻𝓼𝓸, 𝓹𝓸𝓭𝓮 𝓶𝓾𝓭𝓪𝓻,
𝓔 𝓿𝓮𝓻á𝓼 𝓺𝓾𝓮 𝓽𝓮𝓷𝓼 𝓪𝓳𝓾𝓭𝓪
𝓓𝓮 𝓺𝓾𝓮𝓶 𝓽𝓻𝓸𝓬𝓪𝓼𝓽𝓮 𝓪𝓶𝓪𝓻❗

𝓣𝓪𝓵𝓿𝓮𝔃, 𝓮𝓯ê𝓶𝓮𝓻𝓪 𝓿𝓮𝓷𝓽𝓾𝓻𝓪, 
𝓞𝓾 𝓭𝓸 𝓶𝓪𝓵, 𝓬𝓪𝓼𝓽𝓲𝓰𝓸 𝓮𝓽𝓮𝓻𝓷𝓸,
𝓘𝓵𝓾𝓼ã𝓸... 𝓭𝓮𝓫𝓪𝓵𝓭𝓮 𝓬𝓾𝓻𝓪,
𝓞 𝓪𝓶𝓸𝓻 𝓺𝓾𝓮 𝓫𝓪𝓲𝓵𝓪 𝓲𝓷𝓽𝓮𝓻𝓷𝓸.

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟐𝟒/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼               𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

 

 

 

 

 

 

18

Diz ! (soneto)

Diz ! (soneto)  - 26-01-2026

 

Diz, como outrora sempre me dizias

Eu te amo, e serei tua eternamente.

O tempo passa, e no decorrer dos dias,

Vi que tudo, era metaforicamente.

 

Diz, que esqueceste integralmente

O sentido da palavra proferida,

A consciência no momento era ausente,

E não podias aguardar ser esquecida.

 

Diz, que o amor é imprevidente

Insensato, delirante e aloucado,

Diz, que não amavas verdadeiramente,

 

Diz, que teu amor era aparente

Para passar momentos abraçado,

Mesmo estando o teu amor ausente!

 

São Paulo, 26/01/2026 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 

 

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 - 26-01-2026

 

Diz, como outrora sempre me dizias

Eu te amo, e serei tua eternamente.

O tempo passa, e no decorrer dos dias,

Vi que tudo, era metaforicamente.

 

Diz, que esqueceste integralmente

O sentido da palavra proferida,

A consciência no momento era ausente,

E não podias aguardar ser esquecida.

 

Diz, que o amor é imprevidente

Insensato, delirante e aloucado,

Diz, que não amavas verdadeiramente,

 

Diz, que teu amor era aparente

Para passar momentos abraçado,

Mesmo estando o teu amor ausente!

 

São Paulo, 26/01/2026 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 

 

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21

𝓙á 𝓼𝓮 𝓯𝓸𝓻𝓪𝓶 𝓪𝓼 𝓼𝓲𝓶𝓹𝓪𝓽𝓲𝓪𝓼,

𝓙á 𝓼𝓮 𝓯𝓸𝓻𝓪𝓶 𝓪𝓼 𝓼𝓲𝓶𝓹𝓪𝓽𝓲𝓪𝓼, - 𝟐𝟕-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔    

𝓙á 𝓼𝓮 𝓯𝓸𝓻𝓪𝓶 𝓪𝓼 𝓼𝓲𝓶𝓹𝓪𝓽𝓲𝓪𝓼,
𝓙á 𝓼𝓮 𝓯𝓸𝓻𝓪𝓶 𝓸𝓼 𝓪𝓶𝓸𝓻𝓮𝓼,
𝓐𝓰𝓸𝓻𝓪 𝓹𝓸𝓻 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓷𝓱𝓲𝓪
𝓢𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓸𝓼 𝓭𝓲𝓼𝓼𝓪𝓫𝓸𝓻𝓮𝓼.

𝓕𝓸𝓲-𝓼𝓮 𝓽𝓾𝓭𝓸 𝓺𝓾𝓮 𝓮𝓻𝓪 𝓫𝓸𝓶 
𝓕𝓲𝓬𝓪𝓻𝓪𝓶 𝓲𝓶𝓮𝓷𝓼𝓪𝓼 𝓭𝓸𝓻𝓮𝓼,
𝓐𝓽é 𝓸 𝓯𝓲𝓵é 𝓶𝓲𝓰𝓷𝓸𝓷,
𝓝𝓸 𝓹𝓻𝓮ç𝓸, 𝓽𝓮𝓶 𝓼𝓮𝓾𝓼 𝓪𝓰𝓻𝓸𝓻𝓮𝓼.

𝓝𝓪𝓭𝓪 𝓲𝓰𝓾𝓪𝓵𝓪 𝓸𝓼 𝓽𝓮𝓶𝓹𝓸𝓼 𝓲𝓭𝓸𝓼
𝓣𝓾𝓭𝓸 é 𝓭𝓲𝓯𝓮𝓻𝓮𝓷𝓽𝓮, 𝓱𝓸𝓳𝓮 𝓮𝓶 𝓭𝓲𝓪,
𝓐𝓽é 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸 𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓿𝓲𝓭𝓸𝓼,
𝓝ã𝓸 𝓮𝓼𝓬𝓾𝓽𝓪𝓶 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓭𝓮𝓿𝓮𝓻𝓲𝓪.

𝓣𝓾𝓭𝓸 𝓶𝓾𝓭𝓸𝓾 𝓭𝓮 𝓻𝓮𝓹𝓮𝓷𝓽𝓮,
𝓞 𝓶𝓾𝓷𝓭𝓸 𝓷ã𝓸 é 𝓸 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸,
𝓡𝓪𝓼𝓽𝓮𝓳𝓪 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓪 𝓼𝓮𝓻𝓹𝓮𝓷𝓽𝓮
𝓟𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮 𝓬𝓪𝓶𝓲𝓷𝓱𝓪𝓶 𝓪 𝓮𝓼𝓶𝓸.

𝓒𝓻𝓲𝓶𝓮𝓼 𝓮 𝓯𝓮𝓶𝓲𝓷𝓲𝓬í𝓭𝓲𝓸
𝓐𝓿𝓾𝓵𝓽𝓪𝓶 𝓬𝓪𝓭𝓪 𝓿𝓮𝔃 𝓶𝓪𝓲𝓼.
𝓟𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮 𝓷ã𝓸 𝓽𝓮𝓶 𝓾𝓶 𝓹𝓻𝓮𝓼í𝓭𝓲𝓸,
𝓠𝓾𝓮 𝓸𝓼 𝓼𝓮𝓰𝓾𝓻𝓮 𝓹𝓸𝓻 𝓶𝓪𝓲𝓼.

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟐𝟕/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸) 
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

 

 

 

 

 

 - 𝟐𝟕-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔    

𝓙á 𝓼𝓮 𝓯𝓸𝓻𝓪𝓶 𝓪𝓼 𝓼𝓲𝓶𝓹𝓪𝓽𝓲𝓪𝓼,
𝓙á 𝓼𝓮 𝓯𝓸𝓻𝓪𝓶 𝓸𝓼 𝓪𝓶𝓸𝓻𝓮𝓼,
𝓐𝓰𝓸𝓻𝓪 𝓹𝓸𝓻 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓷𝓱𝓲𝓪
𝓢𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓸𝓼 𝓭𝓲𝓼𝓼𝓪𝓫𝓸𝓻𝓮𝓼.

𝓕𝓸𝓲-𝓼𝓮 𝓽𝓾𝓭𝓸 𝓺𝓾𝓮 𝓮𝓻𝓪 𝓫𝓸𝓶 
𝓕𝓲𝓬𝓪𝓻𝓪𝓶 𝓲𝓶𝓮𝓷𝓼𝓪𝓼 𝓭𝓸𝓻𝓮𝓼,
𝓐𝓽é 𝓸 𝓯𝓲𝓵é 𝓶𝓲𝓰𝓷𝓸𝓷,
𝓝𝓸 𝓹𝓻𝓮ç𝓸, 𝓽𝓮𝓶 𝓼𝓮𝓾𝓼 𝓪𝓰𝓻𝓸𝓻𝓮𝓼.

𝓝𝓪𝓭𝓪 𝓲𝓰𝓾𝓪𝓵𝓪 𝓸𝓼 𝓽𝓮𝓶𝓹𝓸𝓼 𝓲𝓭𝓸𝓼
𝓣𝓾𝓭𝓸 é 𝓭𝓲𝓯𝓮𝓻𝓮𝓷𝓽𝓮, 𝓱𝓸𝓳𝓮 𝓮𝓶 𝓭𝓲𝓪,
𝓐𝓽é 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸 𝓸𝓼 𝓸𝓾𝓿𝓲𝓭𝓸𝓼,
𝓝ã𝓸 𝓮𝓼𝓬𝓾𝓽𝓪𝓶 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓭𝓮𝓿𝓮𝓻𝓲𝓪.

𝓣𝓾𝓭𝓸 𝓶𝓾𝓭𝓸𝓾 𝓭𝓮 𝓻𝓮𝓹𝓮𝓷𝓽𝓮,
𝓞 𝓶𝓾𝓷𝓭𝓸 𝓷ã𝓸 é 𝓸 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓸,
𝓡𝓪𝓼𝓽𝓮𝓳𝓪 𝓬𝓸𝓶𝓸 𝓪 𝓼𝓮𝓻𝓹𝓮𝓷𝓽𝓮
𝓟𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮 𝓬𝓪𝓶𝓲𝓷𝓱𝓪𝓶 𝓪 𝓮𝓼𝓶𝓸.

𝓒𝓻𝓲𝓶𝓮𝓼 𝓮 𝓯𝓮𝓶𝓲𝓷𝓲𝓬í𝓭𝓲𝓸
𝓐𝓿𝓾𝓵𝓽𝓪𝓶 𝓬𝓪𝓭𝓪 𝓿𝓮𝔃 𝓶𝓪𝓲𝓼.
𝓟𝓸𝓻𝓺𝓾𝓮 𝓷ã𝓸 𝓽𝓮𝓶 𝓾𝓶 𝓹𝓻𝓮𝓼í𝓭𝓲𝓸,
𝓠𝓾𝓮 𝓸𝓼 𝓼𝓮𝓰𝓾𝓻𝓮 𝓹𝓸𝓻 𝓶𝓪𝓲𝓼.

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟐𝟕/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸) 
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

 

 

 

 

 

 

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Comentários (1)

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Muito belo... harmonioso - e viva a natureza....