Axel W.Sol

Axel W.Sol

n. 2002 BR BR

Sou só alguem que ve o mundo com outros olhos.Alguem que tem uma caneta na mão e por meio das palavras faça os outros sentirem o mesmo que eu.Sou só alguem que enxerga as coisas pelo que elas são de verdade.

n. 2002-04-25, São José dos Pinhais

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Pó ao Pó.

"Do pó viemos,ao pó retornaremos
Vida que vai e vem
Sentimentos que trazemos e levamos
Caminho que nos leva ao futuro que não sabemos

Do pó viemos, ao pó retornaremos

O vida,de que me adianta amar?
Se não sou amado,sentir essa dor
E pelo inifnito tempo ser torturado

Ó vida,de que me adianta força
Se nao tenho coragem de me defender
Se nao consigo meues punhos erguer

Do pó viemos,ao pó retornaremos

Ó vida infinda,quanto lúdica a de ser
Dando-me sonhos que sei,que não realizarei
Perco minha alma nesse mar de sentimentos
Navegando sem o coração como os remos

Do pó viemos,ao pó retornaremos
Vida simples que se esvai,como a dor que cai
Ó vida,o que será de mim
Se nao chego nunca,no meu tão esperado fim"
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Biografia
Sou só alguem que ve o mundo com outros olhos.Alguem que tem uma caneta na mão e por meio das palavras faça os outros sentirem o mesmo que eu.Sou só alguem que enxerga as coisas pelo que elas são de verdade.Alguem que enxerga as pessoas pelo que elas são,por cima das lentes de um óculos e por dentro da alma de quem elas são.

Poemas

2

Pó ao Pó.

"Do pó viemos,ao pó retornaremos
Vida que vai e vem
Sentimentos que trazemos e levamos
Caminho que nos leva ao futuro que não sabemos

Do pó viemos, ao pó retornaremos

O vida,de que me adianta amar?
Se não sou amado,sentir essa dor
E pelo inifnito tempo ser torturado

Ó vida,de que me adianta força
Se nao tenho coragem de me defender
Se nao consigo meues punhos erguer

Do pó viemos,ao pó retornaremos

Ó vida infinda,quanto lúdica a de ser
Dando-me sonhos que sei,que não realizarei
Perco minha alma nesse mar de sentimentos
Navegando sem o coração como os remos

Do pó viemos,ao pó retornaremos
Vida simples que se esvai,como a dor que cai
Ó vida,o que será de mim
Se nao chego nunca,no meu tão esperado fim"
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Do que eu sou?

"Se és de aço,julgam-lhe pela rigidez
 Se és de vidro,julgam-lhe pela fragilidade
 Se tu arde como fogo,julgam-lhe pela queimadura
 Se tu és gelo,julgam-lhe pela frieza
 Se sou simples como o vento,julgam-me por ser vazio
 Se sou grande como o mar,julgam-me pela tormenta
 Queria ser tanto,queria poder viver
 Mas nesse mundo,nada consigo ser
 Devo exister para ser eu, 
 Mas se nao consigo ser eu,
 Por que devo existir?"
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