baninan885

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Poemas

449

Onde está o amor?

O amor está em livros? Eu li e não encontrei nenhum!
O amor está nas coisas? Eu tenho buscado muitas coisas e não encontrei nenhum amor!
O amor está em Deus? Muitas pessoas dizem que Deus não existe, logo o amor também não existe?
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Deus - A alma piedosa

Guia-me no caminho das trevas ao qual tenho me encontrado em direção a luz triunfante: a verdade serena que o amor existe
Liberte meu espírito da dor que sinto e vivo sentido
Por favor, Deus!
Sinto que o Senhor é a única alma piedosa nesse mundo
Se o Senhor pudesse conceder-me mais alegria e felicidade
Estaria tão bem e convosco seria teu maior aprendiz, discípulo.
29

contrário

Não sei quem eu sou
Ainda estou me descobrindo
Talvez na próxima vida conheça-me
Dizem que quando você parte aos céus
Seu espírito ainda sobrevive
Nesse sentido, talvez na próxima vida
Conheça-me tão bem
como quem olha no espelho
E vê no próprio espelho
o sentido da vida
pelo qual nunca o conheceu tão bem
quando era vivo.
28

Infância

Pobre alma que sempre tinha o sonho de ser escritor
Revelava ao mundo: alegrias, frustações
Para que todos entendessem, compreendessem um pouco sua vida

Pobre alma que sempre tinha o sonho de ser escritor
Não sabe que sonho algum é verdadeiro?

Pobre alma que sempre tinha o sonho de ser escritor
Revelar suas alegrias e frustações
Será que isso é algo a ser comemorado, lembrado, escrito?
29

pensamento

Deus não é fenômeno da natureza
25

espírito 13004

Todos os dias surgem e acabam
Como o amor e o dinheiro
É preciso renovar sempre
O que a mente não consegue compreender
Como a existência de Deus e o que significa liberdade, felicidade ou qualquer coisa assim.
24

Último soneto para a vida

A noite cobre o rosto pálido, seco e triste
Junto com o lábio de amargura
Com o espírito de solidão, melancolia

Assim como, em braços ou vozes
que decantam o ritmo acelerado
Sobre o leito da morte de uma pessoa admirável
que já não está conosco para sempre neste mundo

As lembranças são as únicas coisas boas
e com certa bravura
Junto aos livros aos quais eu lia

Cemitérios são estes
sentimentos aos quais
todos aqui sentem,
sabem,
conhecem,
escondem
e mentem para quase ou todo o sempre

Num silêncio e agonia
tão miserável, lamentável

Como os olhos das aves de rapina
Com o instinto para viver da melhor forma possível
Que tipo de existência tenho guardo aqui? 

Não há beleza que busco mais
Tantas coisas que penso e tantos ais
aos quais desconheço a intensidade, razão

Súbito a canção
dos pássaros que lamentam 
A sabedoria antiga e morta
Como é a passagem do livro dos mortum
no Egito antigo

Sem caminho....
Perco-me...
De forma que ainda procuro o bem

Apesar que nunca vou encontrar parte completa
Ao qual tenho
De alguma forma buscado
Assim como, o amor da amada ou do amado

Alguns pensariam que tudo isso não faz o menor sentido
alguns argumentam que a vida é uma viagem sem fim
Cujo o propósito poucos o conhecem tão bem

Nas lágrimas escondidas e lamentáveis da própria vida
Que o próprio bem e mal
Que apesar dos séculos ainda permanecem 

Desconhecidos por completo
Um mal tão antigo quanto o coração de cada um
Da Terra a qual era alguma conseguiu entender
O mal do coração e do sentido da vida
Se é que existe algum
Há de continuar existindo
Seja em quem morreu
Seja em quem há de nascer, viver aqui na Terra.
31

Te Deum

amor é parte de ciúme e vaidade.
60

círculo de amigos

Não tenho círculo de amigos
sinto apenas solidão
27

sem forças

Não tenho forças 
para erguer meu espírito
possuo apenas lábios amargos, vazios.
26

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