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n. 1946 -- --

teólogo - psicanalista - escritor - best seller - aposentado

n. 1946-06-27, Tatuí

Perfil
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Empreendedor poeta


Empreendedor poeta


Empresa

moderna

faz uso da

terceirização,

 

desonerando-se dos encargos sociais e outras

incidências  sobre custos operacionais de seus

produtos normais. Ficamos  imaginando um futuro

de empresários formais, um contingente de empresas

domésticas, estamos caminhando para  isso. Embora haja

um intrincado sistema de linhas à pressa e terminais eletrônicos

no  mundo empresarial, há também a benesse da produção rápida

e perfeita através de  máquinas modernas. Startup daqui, startup dali.

A exemplo da  impressora 3 D. quase tudo já pode fazer para arrefecer

com  rara rapidez  na intrepidez de suas variadas atitudes de fabricação

amiúde.

cuja  utilidade não  dá nem pra se antever em curto prazo de arrazo que

numa cabeça possa caber. Empresas da gestão  do conhecimento, que-

iramos ou não, poderemos nos  formar em estudos acadêmicos impor-

tantes  através da  Internet. Eis o EAD para aumentar o saber.  Bem,

falaríamos muito sobre detalhes da empresa, mas queremos aqui,

apenas  alertar o futuro  empresário a repensar sua posição de

humanização a  não ser mais um otário do rentável salário.

Quanto às dificuldades para se chegar ao sucesso empresarial. pois, hoje ainda

ele é extremamente burocrático, ou seja, em outras palavras, perde-se muito tempo

enchendo linguiça com o supérfluo, mas, a esperança é grande com o avanço  ciberné-

tico na simplificação desse sucesso! Desejamos-lhe sucesso e felicidade nessa empreitada.


Aqui vai uns versos aos seus sentimentos de ser humano empresarial:


VOCÊ, TAMBÉM É POETA, E MUITO MAIS...


Como músico escrevo estes versos, procurando a sonoridade

de um poeta, que canta com suas palavras de encantos. Difícil é

ampliar esses sons em palavras. Torno-me poeta, por apreciar tanto

a  musicalidade vibracional dos versos, porém, como sonoro  que sou,

vejo-me  na obrigação  de versejar sobre o bom som. Existem muitos

sons melódicos, mas, refiro-me aos  calmantes que relaxam, fazendo-

me pensar em poesias. Na  integralidade musical, peço  a palavra pa-

ra escrever, pois, todo o músico tende a ser poeta. Poeta, você é mú-

sico por excelência, como o pintor que toca com  o seu pincel, dan-

do vida à natureza morta. Seu pincel tange na plangência sonora

e  cromática e na etérea simetria matemática, com maestria e

performance de mestre, semelhante ao bisturi do cientista.

Nesta startup parnasiana, passo horas, dias e semanas

à espartano do amor sideral, buscando na mente pre-

sente do  momento astral na produção do verso do

amor integral, versando na lavra da santa palavra

de simples lavrador do amor fraternal. Que Tal?.


Suas ferramentas de empreendedor do amor.


Ferramentas do poeta: Tempo & Amor Verso de louvor.

Você  é poeta, verdadeiro  atleta na sua função.

Em  tempo  integral, com  amor ao irmão!

Poeta,  você é o pintor  de interior,

e,  com  estética  acurada,

em  etéreo   anseio

à   perfeição

de permeio

você  vai.

Do  seio

da  alma

extrai calma,

põe  ao exterior.

Genuflexo  no chão,

você  faz parte de Deus,

apenas  instrumento  da alma,

e possui alma alva, que Ele lhe deu.

Ao seu irmão com amor, estende a mão.


Ampulheta


Poeta, arquiteto do tempo, ampulheta criou

e, chegando até ela  com o pensamento,

caneta,  lápis, teclado  e o Eu, ou o

Seu,  dentro  da métrica,  rimas,

e  verbetes, ferramentas  de

Mestre, cavalete e pincel.

Idéias, ideais, sem dor

e  sem  ais, você se

fez mais, doou o

seu ser, borrou

com as tintas,

a tela da vida,

verdade pintou.

Tempo passando

ampulheta  criando

o  seu   tempo formou.

Bisturi  do espírito é o seu

pensamento  herdado de Deus,

suturando com  palavras, corações

estraçalhados, que  a vida estraçalhou.

Ágil  ou lento, não  enterrou o seu  talento,

cumprindo o mandamento, o seu irmão amou!


Na sua startup, empreenda além, o amor também.


Do livro: Os jurássicos


jbcampos
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Poemas

1

Epifania


Epifania


Sem muita prosa sobre esse amor  rosa,
sem  que  me  abdique, vou  logo passando a
mão  numa  Bic, e  também  num sulfite, esperando
que os anjos digam: Amém, pois, o sulfite é rosa também.
A  Epifania pifa logo nas “Bodas de Canaã”, porém, noto  que
vai  chegando  alguém  neste  lugar de primoroso altar nesta airosa
manhã. Ora, ora... Veja só, nada mais  nada menos do  que:  Melquior,
e  não  está  só,  vem  acompanhado  de Baltazar e Gaspar, mas  por um
baita  azar  o  meu  velho  micro  me  faz  pagar esse  mico, acabando de
travar, e para redundar fica estático  no  mesmo  lugar,  mas a  mim  me 
dizendo  estar  em  reparo automático. Eu; extático  pela  gloriosa vi-
são, então  digo  amém também. Pois bem, os  reis chegam  para
a louvação  ao Rei dos Reis, "Senhor da criação". Êpa... Eis
que o meu micro acaba de chegar, pois, no bom Portu-
guês, bem dito lá em Portugal: Estava a formatar. 
Para encerrar, que o amor de Aba abane o nosso
coração a expulsar todo o mal promovido pela vipe-
rina  ilusão. Agora  dispenso a Bic e o sulfite rosa a eles
pedindo perdão por não fazer uma digitalização, porém, lhes
digo que nesta vida por nós percorrida o que vale  mesmo é a boa
intenção, estou encanecido, já meio rostido, porém, na minha velha ilusão
pertenço  à  nova geração, esse  papo  me faz recordar duma velha toada numa es-
trada, "disse a caneta  pra enxada: Sai pra longe de mim, pois, pertenço a nova geração, 
enquanto, você  está suja de terra, de  terra suja do chão".  Epifania  é o nascimento daque-
le cara que lavou e beijou os pés de seus discípulos, sem se importar se a terra era redonda 
ou suja do chão.  Se a letra  não for essa, é bem semelhante ao semelhante sem educação.


jbcampos
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