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(Manu Hawk)
Poemas
871SENSUALIDADE E SENSIBILIDADE
se fascinar
e até babar
com toda sensualidade feminina,
que atiça naturalmente,
instiga e inquere
seu ego masculino...
Não esqueça que toda mulher,
traz também no âmago,
a sensibilidade
na mais pura essência.
Valorize.
CléiaFialho
INSPIRAÇÃO
Você é o verso perfeito
Em minha poesia sem rima
Estrofe sem defeito
Transformada em obra-prima.
Em frases inacabadas
Em palavras perdidas
Em todas trovas criadas
É a inspiração da minha vida.
Cléia Mutti Fialho
O TAMANHO DO PRAZER
Roçar em seus lábios,
imergir em seus beijos,
tremer com sua carícias,
dando-te minhas primícias,
sedenta e muito louca,
sequiosa sinto em minha boca,
o tamanho em seu prazer,
que minha saliva te oferece,
passa a noite e amanhece,
e tudo recomeça...
loucamente e sem pressa,
sem que se encontre a exaustão,
desse nosso gostoso tesão.
CléiaFialho
SEM QUALQUER RECATO
Desperta-me a libido
aguça meus desejos
subjuga meus gemidos
cobiça minha volúpia
sussurra em meu ouvido
abusa-me além da razão
deixa que a imaginação
converta o abstrato
em somas concretas
efeitos imediatos
luxúrias indiscretas
lambendo-me dos pés a cabeça
sem qualquer recato
e por favor não esqueça
de detalhe nenhum
pois não sou mulher comum!
Cléia Mutti Fialho
ORVALHADA ESSÊNCIA
Apaixonada por você eu sou,
caidinha por você estou,
amo o mel manante de sua boca,
translúcido olhar moreno,
que afaga o meu prazer,
embala e adoça meus desejos,
faz-me te amar e acolher,
abrindo em pétalas sedosas,
a minha flor para te receber,
orvalhada essência briosa,
no deleite vem absolver,
a mais plena intensidade,
desse seu louco prazer.
Cléia Mutti Fialho
LINGUAGEM DO TESÃO
Dialeto indiscreto
Indecente
Tarado
Demente
Safado
Expressão e idioma
Dos desejos é a soma
Êxtase de loucura
Arrebatando a insanidade
Na excitação tudo procura
Volúpias e obscenidades
Entra e sai
Depois afunda
Sedução e sacanagem
Tira e bota
Então aprofunda
Do tesão essa é a linguagem.
Cléia Mutti Fialho
PRESSAGIOSO E GOSTOSO
alimentados de fantasias
desejos encantados
rajadas de ventanias
espalham devaneios guardados
sedentos e enlouquecidos
meu âmago se abre
para te receber
antes que eu me acabe
sorvo o seu prazer
suores e arrepios
emanam o meu cio
prenúncios de espasmos
pressagioso e gostoso
apogeu de orgasmos.
CléiaFialho
STEFANY E O PROFESSOR DE BIOLOGIA Pt.4
Cena 4 Capitulo 4 Cena 1 Capítulo 1 http://www.escritas.org/pt/novo/poema/17314/stefany-e-o-professor-de-biologia--pt1conto-erotico Cena 2 Capítulo 2 http://www.escritas.org/pt/novo/poema/17600/stefany-e-o-professor-de-biologia-pt2-conto-erotico Cena 3 Capítulo 3 http://www.escritas.org/pt/novo/poema/25200/stefany-e-o-professor-de-biologia-pt3
Fim de semana passou e Stefany esteve tomada de ansiedade, nervosismo, empolgação, já tinha em mente que não seria fácil mesmo lidar com essa situação, principalmente depois do ocorrido!
Na segunda-feira apesar de não ter aula de biologia, seu coração estava em desespero, pois sabia que viria (ao menos de longe) o professor pelos corredores da faculdade, era inevitável.
Claro que seus olhares se cruzaram de maneira um tanto acusativa e apelativa, em seu interior ambos se contorciam de prazer e tesão. Os corações disparavam, os corpos tremiam, e ao passar um pelo outro, suas mãos levemente se tocaram, úmidas pelo suor que despontava dos desejos de estarem juntos novamente.
A manhã que parecia penosamente interminável para Stefany chegou ao fim, na saída ela não avistou o professor, e se dirigiu para o estacionamento muito chateada. Ao entrar em seu carro, ligou o celular e para seu regozijo, tinha uma mensagem que dizia: 'Mesma hora e local hoje.'
E novamente os amantes estavam frente à frente, completamente nus e entregue aos mais loucos desejos. O tesão era incontrolável, uma fúria indescritível emanava dos seus corpos em chamas.
Consumidos pelo prazer, Stefany gemia cada vez que os dedos do professor invadiam sua fenda úmida, e escorregavam até sua bunda, nem era preciso óleo, estava tão molhada que a penetração mesmo que as vezes louca, porém delicada, não se fazia difícil.
Depois de saciar sua sede no cálice rígido do seu amado, e ser severamente lambida e invadida pela língua intrépida do professor, entre sussurros descontrolados, ela clamou para ser possuída!
Ele entregue aos devaneios daquele corpo lindo e gostoso de sua aluna, disse-lhe que a queria 'todinha'!
Stefany entendeu o que significava aquelas palavras, e quando ele a ajeitou na cama de quatro, ela simplesmente tentou relaxar ao máximo (nunca havia feito sexo anal antes) mas estava imersa naquelas ondas gigantescas de prazer.
O professor com toda sua experiência, notou que o botãozinho era até então inviolável, e mesmo sedento, não teve pressa, se deteu na entradinha, massageando com seu dedos, intercalando com sua língua, excitando-a cada vez mais...
Ajeitou a cabeça do seu membro, e com leves movimentos, começou um balé frenético, porém compassado, metendo devagarzinho e firme, enquanto Stefany rebolava na mesma frequência dos seus movimentos, aproveitando cada centímetro que a invadia copiosamente.
Até o momento em que o membro latente do professor ficou inteiramente encravado dentro da sua bunda virgem e apertada. Ela se contorcia em espasmos e gritava tomada por um imenso tesão que nunca havia sentido antes, quase se consumia gozando, enquanto sentia umas arremetidas mais fortes, fazendo-a ter certeza de que estava com todo aquele membro duro dentro do seu cuzinho até a limite.
As mãos ousadas e atrevidas do professor, massageavam seu clitóris, extorquindo todos os gritos de sua alma, as estocadas agora tinham mais intensidade, podia sentir que o professor tirava a metade para fora, e empurrava com força de novo, até o fundo!
Idas e vindas deliciosas e enlouquecedoras...
Ouviu o grito do seu professor, e sentiu-se inundada com seu gozo farto e seu membro mais latejante, sentia que escorria por entre suas pernas o líquido quente e abundante depositado dentro de sua bunda vermelha e inchada pelos tapas que levou durante aquele ato inarrável, repleto de volúpias.
Os dois se aninharam um ao corpo do outro, novamente professor e aluna se beijavam sem que uma palavra fosse dita. Obviamente, nem precisava, estava tudo revelado em seus olhares e mais íntimos secretos desejos...
( continua )
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(é claro que continua, provavelmente até os dias de hoje... os anos passaram-se, Stefany terminou a faculdade, se formou, sendo a primeira da sua turma 'em biologia pelo menos!' o professor continuou casado e lecionando... mas nunca, jamais, nada os impediu de estarem juntos, deitando e rolando, concretizando cada uma de suas fantasias e desejos... e cada vez era mais intensa a atração, a química, o tesão entre eles!...)
-FIM-
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(ah eu acabei por aqui... o resto é com a imaginação de cada um de vocês!...)
Cléia Mutti Fialho
PRAZER QUE TIRANIZA
Perco-me em sua sedução,
vageio em sua razão,
que extravia-se em minha emoção,
desnorteando-nos na entrega do domínio,
que subjuga o tesão que há em nós,
no prazer que tiraniza nosso ser,
imergimo-nos em devaneios,
e encontramo-nos
no ápice que rege nossos desejos.
Cléia Mutti Fialho
A ESSÊNCIA DO SEU PRAZER
os seus beijos,
sabor silvestre provocando-me desejos.
No orvalho da minha língua,
a sua saliva,
gostosa e combativa.
No arrepios da minha pele,
o seu toque quente,
ousado e ardente.
No ardor do meu corpo,
a sua marca,
que lascivamente encharca.
No imo do meu ser,
a essência do seu prazer,
derramada em sólidas partículas,
incandescentes gotículas,
da sua virilidade.
Cléia Mutti Fialho
Comentários (1)
Poetiza que toca a alma de cada leitor.