Cléia Mutti Fialho

Cléia Mutti Fialho

n. 1972 BR BR

n. 1972-03-29, Rio Grande Do Sul

Perfil
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ACEITO! DEITO E ROLO... (sensual)


Entrando no quarto
uma doce e sensual penumbra
corpo em devaneio farto
o prazer no ar vislumbra,
sob a claridade do luar
colocou-me em sua cama
coração quente a palpitar
calor que invade e inflama,
sentou-se ao meu lado
despiu-me com o olhar somente
no lençol de cetim azulado
delicado e envolvente,
quase desmaio ao sentir
uma mordidinha leve na orelha
um queimor vem a me afligir
no chão ele vai e se ajoelha,
sobe, beijando o meu colo
um convite para o amor...
Aceito! Deito e rolo...
pra degustar o seu sabor.


CléiaFialho

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(Manu Hawk)

Poemas

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STEFANY E O PROFESSOR DE BIOLOGIA Pt.2 (conto erótico)

STEFANY E O PROFESSOR DE BIOLOGIA Pt.2
Cena 2  Capítulo 2

O dia amanheceu, e Stefany se encontrava deitava, a sornice tomava conta do seu corpo
ainda dolorido pelas contrações da plenitude de sensações que o gozo causou-lhe.
Estava atrasada para a faculdade, e não podia faltar justamente hoje que teria aula de biologia.
No banho deixou que a água escorresse demoradamente em sua pele cálida.
Relembrando sua fantasia, massageava seu clitóris entumecido, tendo a àrdua  impressão que tivesse sido de fato possuída por seu professor másculo e viril.
A toalha secando sua vulva úmida, formentava sua libido, de maneira que seus gemidos ecoavam no ar se embaralhando com seus fetiches.
Estava tão sensível que até mesmo a calcinha, ao tocar sua bunda arrebitada provocava mais seus estímulos, estava com todos sentidos em alerta!
Pegou seu carro e à caminho da faculdade ensaiava o que dizer quando visse o professor, seu objeto de desejo.
Como prestar atenção na aula e não na boca atraente dele?
Ou em seu corpo que a deixava ensandecida?
Como disfarçar o desejo tão evidente à flor da pele?

Ela chegou lentamente e em silêncio na sala, a aula já havia começado.
O professor estava de costas, e a primeira coisa que ela reparou, foi em seus ombros poderosos, depois seus olhos pesquisaram as marcas dos músculos costais sob a camisa. Quando ele se virou, ela baixou por instinto os olhos. 
O tempo passava com uma lentidão surreal.
Cada gesto, cada expressão do rosto, cada centímetro do corpo dele prendiam sua atenção como correntes de aço. 
Imaginou se ele a abraçasse por trás com toda força máscula.
Uma submissão parecida com a que imaginou quando estava em casa deitada. Ideou se ela teria forças para se soltar. Se sacudisse o corpo com decisão.
Se suplicasse baixinho que ele a soltasse daquele abraço brutal.
Ela sentiria o membro duro pressionando sua bunda macia, e sua vagina começaria a latejar por puro instinto de fêmea, mesmo que não quisesse.
Sentada imaginando isso, apertou as coxas com força e arrepios incríveis tomaram conta de toda a pele do seu corpo.
Sua vulva latejava com todo o sangue. O prazer quase poderia ser visto.
Olhou com o canto dos olhos, em um rapaz magrinho de óculos a olhava desconfiado.
Ela tentou fechar os olhos e baixar a cabeça na carteira, mas já não era dona do seu corpo.
A imagem e o cheiro daquele homem invadiram a sua imaginação de tal maneira, que no curso natural das coisas, ela chegou ao orgasmo. Ali mesmo.
De cabeça baixa, com cada célula do seu corpo a explodir.
Seu corpo tremeu com tal violência que parecia uma enfermidade.
Sua calcinha estava empapada de mel quente.
No total clímax soltou um gemido abafado, mas bem audível de prazer.
Aos poucos os tremores foram amainando e sua cabeça foi ganhando clareza.
Ficou ainda alguns segundos quieta no relaxamento posterior.
Sentiu mais ainda a baixa temperatura do ar condicionado.
Quando levantou um pouco a cabeça, todos na sala estavam olhando para ela.
O professor tinha um pequeno sorriso nos  lábios.

(continua...)

CléiaFialho
&
Carlos Alberto Bahiense

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ISSO SOU EU... (sensual)


Sou o bálsamo perfumado
o eflúvio aromático,
sou a imoral alegria
a devassa aflição,
sou prazer da fantasia
o covil da perdição,
sou a libertina crença
o depravado ceticismo.
Isso sou eu...
os pensamentos em sua cabeça
os pesadelos em seus sonhos
os desejos do seu corpo...


CléiaFialho
555

CATIVO EM MEUS PRAZERES (erótico)




Quero prender-te em mim
fazer-te escravo da minha luxúria
prisioneiro dos meus pecados
enclausurado em meu corpo
cativo em meus prazeres...



Cléia Mutti Fialho
611

SOU TRANSGRESSORA (erótico)




Desconheço limites
Infrinjo normas
Transgrido regras
Ultrapasso marcos
A minha deusa interior
Me instiga e me impele
A cometer delitos
Sou trangressora
Devassa violadora
Do que é pré-estabelecido!



Cléia Mutti Fialho
542

APENAS! (erótico)




Não me faça perguntas
e nem se justifique
apenas saborei-me!
Não queira saber os motivos
nem tampouco as razões
apenas degusta-me!
Não procure explicações
e não justifique os meios
apenas devore-me!


CléiaFialho
589

SEXO EM OVERDOSE (erótico)



Sou quem te leva à perdição
causo-te devassos colapsos
sou quem desperta-te tesão
sem marcas de relapsos...
Te tenho em minha mãos
embriago-te com altas doses
de volúpias e paixão
com meu sexo em overdose...



Cléia Mutti Fialho
611

VÍCIO PRAZEROSO (erótico)



Vou sugar-te de maneira alucinógena
Que todas suas veias arteriais
Entrarão em transe absoluto
E no auge dessa loucura
Saberás que este vício prazeroso
Em nenhum outro corpo
Além do meu
Você vai encontrar...


CléiaFialho
502

ATÉ QUE EU ME ACABE (erótico)



Decifra-me  libidinosamente
Conclua-me pervertidamente
Completa-me depravadamente
Finaliza-me exageradamente
Até que eu me acabe
Em múltiplos orgasmos.


CléiaFialho
495

PURA ADRENALINA (erótico)




Você é pura adrenalina
Hormônio segregado em glândulas
Acelera o ritmo libidinoso
Aumenta a pressão sexual
Dilata todos os acessos
Intermitente da minha libido.



Cléia Mutti Fialho
505

SEM VOCÊ (tristeza)




Sem você extravaso nostalgia
transbordo  melancolia
meus versos não tem poesias
mergulho em uma agonia
não existe alegria...
Volte amor.



Cléia Mutti Fialho
542

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bagualdebage

Poetiza que toca a alma de cada leitor.