Cléia Mutti Fialho

Cléia Mutti Fialho

n. 1972 BR BR

n. 1972-03-29, Rio Grande Do Sul

Perfil
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ACEITO! DEITO E ROLO... (sensual)


Entrando no quarto
uma doce e sensual penumbra
corpo em devaneio farto
o prazer no ar vislumbra,
sob a claridade do luar
colocou-me em sua cama
coração quente a palpitar
calor que invade e inflama,
sentou-se ao meu lado
despiu-me com o olhar somente
no lençol de cetim azulado
delicado e envolvente,
quase desmaio ao sentir
uma mordidinha leve na orelha
um queimor vem a me afligir
no chão ele vai e se ajoelha,
sobe, beijando o meu colo
um convite para o amor...
Aceito! Deito e rolo...
pra degustar o seu sabor.


CléiaFialho

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(Manu Hawk)

Poemas

871

JOGOS DE PRAZER (erótico)


Quando me deixas excitada eu fico descontrolada
menina levada tal qual moleca safada
minha voz trêmula e  rouca, delirante já estou louca
uma palavra tentadora, me seduz, me faz sedutora
nestes jogos de prazer... você me faz gemer...

Cavalgadas voraveis, entra e sai intermináveis
posições indecentes, sugadas e lambidas ardentes
gostosa e febril montaria, sou efêmera, sou só euforia
sento em teu falo e deliciosamente me regalo
prostrada e ajoelhada, devoro até o gargalo
nestes jogos de prazer... você me faz ranger....

Sexo doce e animal, um prazer sem igual
sem regras sem medidas, nas entradas e saídas
arfantes, ofegantes, murmurantes, arquejantes
mãos, línguas, bocas vão tocando, 
explorada vou explorando
caçadora é caçada, dominadora é dominada
combates sensuais, tramas e enredos consensuais
nestes jogos de prazer... você me faz tremer...

Sigilo guardados, devaneios desvendados
cúmulo do sumo saboreados
fetiches e taras cedidas, libidinagens concebidas
a fome e a vontade de ser comida foram excedidas
extasiante vértice você dentro de em mim
luxúria, lascívia, libertinagem sem fim
nestes jogos de prazer... você me faz sofrer!


Cléia Mutti Fialho
708

FERA INDOMÁVEL EU SOU (Acróstico erótico)


F era indomável , simulo ser acanhada e acuada
E m vênia vou atacando e meu tesão liberando
R apto a minha presa com muita destreza
A taco sem deixar saídas em minhas investidas

I nstigo e domino o meu cordeiro
N a íntegra ele se entrega por inteiro
D ominado vicia e nesta fêmea se delicia
O macho fica louco com minhas lambidas aos poucos
M inha volúpia tão louca extravassa em minha boca
A cada sôfrego gemido vem o êxtase contido
V eroz amante faço seu corpo fulminar delirante
E le se agasalha passivo em meu coito lascivo
L abiando minha cona, em minhas curvas se aprisiona

E u sou fera selvagem, ejeto cio de vadiagem
U m olhar que surpreende, uma investida que rende 

S ensualidade tamanha, lambo e sugo com xanha
O fegante desperto tesão, unhas e dentes provocam ereção
U ma fera indomável e astuta, sedutora prendo o macho em minha gruta!


Cléia Mutti Fialho
957

AROMA ENIBRIANTE (sensual)


Teus dedos livres me tateando
me alucinam na exploração do prazer
provacam saborosas sensações
arrepios corporais me excitando
sou só gemidos, nada consigo dizer
somos como lavas em explosões!

Sua sedução me fragiliza, me afaga
despertando meus íntimos sentidos
antes... durante e depois
minha lascívia essência se propaga
aroma enibriante de fluídos
do amor concebido entre nós dois.


Cléia Mutti Fialho
970

GRITO COM MUITO FERVOR (erótico)


Tal como flecha na mão do arqueiro
assim sou eu  esquadrinhando o amor
tamanha valentia de um guerreiro
também corro e grito com muito fervor.

Encargo um escopo secreto
transcorrer o mundo atrás de nós
granjear  amor, paixão e afeto
gozar do momento que estaremos a sós.

Diligencio um homem que esteja ao meu lado
assíduo em minha vida e em meu leito presente
articule dizeres profanos de apaixonado
persuadido ao amor comigo somente.

Diligencio um homem, mas o quero por inteiro
sem dubiedade e não se faça ausente
donairoso, amásio, mavioso e parceiro
essência intrínseca que o coração sente.

E não diligencio para ficar na lembrança
flama, labareda e paixão requerer
volúpia descomedir-se em abundância
Enfim... fazer amor pelo prazer.


Cléia Mutti Fialho
697

GUASCA POTRANCA XUCRA! (erótico)


Um desejo toma conta de mim,
Me despojando assim
Invade minha racionalidade
Perturba minha alma
Me põe em ansiedade
Me entorpece em devaneios
Enrijece meus seios...
Imagino você  ao meu lado
Com sua língua quente abaixado
Desfilando trêmula a ponta do meu clítoris
Faz minha carne sucumbir
Atrevida se exibir
Delicia de tesão
Instigada pela paixão
Pelo instinto mundano e selvagem
Sou poldra afligida... 
Potranca xucra atrevida
Com sobrelátego de cavalagem
Sem arreios a me encilhar
Testeira... pescoceira... focinheira... sedeira
Nada tem serventia pra me domar...
Quando eu quero... eu quero... não espero...
E eu quero te sentir em mim bem fundo
Transpassando íntimo meu mundo
Ordenha tua égua leiteira
Emprega tua chibata açoiteira
Faculta teus afagos e arranhões
Apeia minha buceta com aguilhões
Monta no meu lombilho
Encilha as tiras de lonca, em laço enrodilho
Aff...!!
Me entrego ao queimor do teu calor
No galgar das minhas ancas sobre o meu pelego
Que as minhas estâncias arrola
Entranhas inchada da minha cola
Cincha minha lombada em invernada
Num vai e vem que entorpece... 
Milimetricamente enlouquece
Puxa meu cabresto me fazendo gozar
E então... depois libo teu leite em dose cavalar!


Cléia Mutti Fialho
(Poesia Gaudéria/Gaúcha)
987

VOLUNTARIEDADE LUXUOSA (sensual)


Sem reversas, timidez ou pudor
Nos embriagamos nos desejos alucinantes
Voluntariedade luxuosa de amor
Concedemos nossos caprichos delirantes.

Em nossa azáfama explanamos ebulição
Mesuras de atrevimentos prazerosos
Nossos corpos tênues exalam tesão
Nos deslizes doces e pecaminosos.


Cléia Mutti Fialho
766

UM BRINDE AO NOSSO AMOR (sensual)


Um brinde ao nosso amor
a indecência que há entre nós
misterioso sigilo abrasador
expresso frenesi quando estamos a sós.

Um brinde ao nosso amor
flamejante sede da libido
profano prazer causante tremor
sem que haja nada proibido.

Um brinde ao nosso amor
melodia de corpos a suspirar
duas vozes em um só clamor
em busca do êxtase de amar.

Um brinde ao nosso amor
um compasso enigmático
corpos colados em calor
absinto versátil fleumático

Um brinde ao nosso amor
que é para nós absoluto
sendo nossa paixão o primor
nosso ninho, nosso reduto.


Cléia Mutti Fialho
710

VULGAR BIJUTERIA (desilusão)


Nem tudo que reluz é ouro
assim diz um velho ditado
há pessoas que trazem mau agouro
e aroma de sepulcro caiado!

Pagamos um alto preço
confundindo vulgar bijuteria 
nos faz ruir em tropeço
levando latão por prataria!

Amamos de forma real
sem consequências adotar medidas
o desfecho é acidental
sorte que há sempre saídas!

Paixão que vem e enlouquece
ovelha é a pele do lobo
o coração é quem padece
iludido fica cego e bobo!

Falso brilho de vulgar bijuteria
má índole e caráter vazio
abre dolosa ferida sangria
nos deixa débil e febril!

Lições que a vida nos ensina
no meio de tanto sofrer
mesmo que tudo deprima
nos resgata pra sobreviver.


Cléia Mutti Fialho
745

DÁDIVA (sensual)


Sedução maravilhosa
Beijo sabor de doçura
Magia linda e gostosa
Abraço pleno em brandura
Noites de prazer e delícias
Brasas da nossa chama
Toques, afagos, carícias
Dádivas de quem se ama.
Carinhos mais doces que mel
Que suaves percorrem tua pele

Que meu amor nessa noite
Te cuide, te toque e te vele
Como um pecado gostoso
Quero a tua noite invadir
Terá meus beijos ardentes
E a lua no seu ventre a surgir


Cléia Mutti Fialho & Juliana Tozzini
Abril/2013
697

DELICIOSO CERIMONIAL (erótico)


Fazer amor com você
é um delicioso cerimonial
Que me submeto prazerozamente 
Na mais íntima veneração
É quente avassalador temporal
Nosso prazer concomitantemente
Nos arrebata em lascivo tesão!

Me instiga... facisna... me deixo levar
Por loucuras para te ver entorpecido
Depravado permito que vá além
Do luxuoso, imaginável saborear
Em meu corpo adentro e envolvido
Num impudico e gostoso vai e vem!

Somos um só neste obsceno momento
Cavalgando nas asas do tempo
Buliçosos no rítmo desta louca paixão
Cálidos e destonteantes fluídos
Sôfregos entreligados e possuídos
Por este delicioso cerimonial de tesão!


Cléia Mutti Fialho
644

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bagualdebage

Poetiza que toca a alma de cada leitor.