Creepy

Creepy

n. 1995 BR BR

A verdadeira natureza humana sem doutrinas controladoras.

n. 1995-09-05, Natal

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Não gosto de domingos

Redundância de felicidade
Beijos e toques com gemidos
Um silêncio proibido
O escuro é nossa verdade
O seu abraço me alimenta
O toque demonstra minha insignificância
No meu quebra cabeça
Você me complementa
Olho no teu olho
e digo o que eu sinto...
Assustado pelo som do vizinho
Dormi pensando nela
e acordei sozinho
Eu te amo é o que eu teria dito
Mas meu sonho foi interrompido
E não vende sonhos na padaria
em dia de domingo.



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Poemas

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Dias ruins

Dias melancólicos é o que eu tenho vivido
Eu sou a criatura mas asquerosa que conheço
Desconheço a paz não sou meu amigo
Abandonado e esquecido pelo reflexo no espelho
Em um piscar de olhos vou do céu ao abismo
Sacrifícios e esforços de vocês não mereço
A luz ofusca na escuridão procuro abrigo
Choro sem derramar uma lágrima, meu desespero
Sem conseguir pousar fora da pista eu aterrizo
Acabo destruindo tudo sem medir meus erros
Sem entender nada, após a bala agonizo
Desrealizado assisto o meu próprio enterro
Sou apenas o que o tempo fez comigo
Não sou vazio só estou perdido
As paredes falam comigo só consigo sentir medo.
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