deminco1976

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Escritor e Psicólogo brasileiro. Autor de 17 livros de diferentes gêneros e traduzidos para vários países. É Doutor Honoris Causa em Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) Practitioner e Tutor de Programação Neurolinguística (PNL);

Perfil
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Coliseu De Mim Mesmo

Eu não sou o diminuto que lhe pareço.
Tampouco, o excelso que não consegues ver.
Sou a imensa vontade que padece.
Por tantos muitos querer ser.
 
Digladiação do meu eu.
Coliseu entre todo o meu ser.
Feridas na carne que não se abateu.
Cortaduras d'alma se fez transcender.
 
Fragmentos ficaram espalhados,
Entranhas mais condoídas.
Remendos de boas lembranças,
cisuras de doces feridas.
 
Dos que fui, ficaram muitos.
Dos que ficaram, poucos eu fui.
E entre meus retalhos entornados pelo vão;
Migalhas insepultas do meu eu.
Pedaços reviventes de multidão.
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Biografia
Escritor e Psicólogo brasileiro. Autor de 17 livros de diferentes gêneros e traduzidos para vários países. É Doutor Honoris Causa em Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) Practitioner e Tutor de Programação Neurolinguística (PNL); autor de artigos científicos no Portal dos Psicólogos (O maior Site sobre Psicologia em Portugal). Além de ser dono de diversas frases, textos e pensamentos compartilhados em diversos sites e redes sociais.

Poemas

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Coliseu De Mim Mesmo

Eu não sou o diminuto que lhe pareço.
Tampouco, o excelso que não consegues ver.
Sou a imensa vontade que padece.
Por tantos muitos querer ser.
 
Digladiação do meu eu.
Coliseu entre todo o meu ser.
Feridas na carne que não se abateu.
Cortaduras d'alma se fez transcender.
 
Fragmentos ficaram espalhados,
Entranhas mais condoídas.
Remendos de boas lembranças,
cisuras de doces feridas.
 
Dos que fui, ficaram muitos.
Dos que ficaram, poucos eu fui.
E entre meus retalhos entornados pelo vão;
Migalhas insepultas do meu eu.
Pedaços reviventes de multidão.
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Coliseu De Mim Mesmo

Eu não sou o diminuto que lhe pareço.
Tampouco, o excelso que não consegues ver.
Sou a imensa vontade que padece.
Por tantos muitos querer ser.
 
Digladiação do meu eu.
Coliseu entre todo o meu ser.
Feridas na carne que não se abateu.
Cortaduras d'alma se fez transcender.
 
Fragmentos ficaram espalhados,
Entranhas mais condoídas.
Remendos de boas lembranças,
cisuras de doces feridas.
 
Dos que fui, ficaram muitos.
Dos que ficaram, poucos eu fui.
E entre meus retalhos entornados pelo vão;
Migalhas insepultas do meu eu.
Pedaços reviventes de multidão.
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