Eduardo Figueiredo Vasconcelos

Eduardo Figueiredo Vasconcelos

n. 1956 PT PT

Matemáticas Puras (Investigação); Filosofia (Escritas em formato desesperante); Poesia (Sonetos)

n. 1956-11-08, Chaves

Perfil
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Explosão removida

Decreto o "Eu" quando consigo explodir o esforço
Na remoção do pensamento e reter-me retrógrado,
Se reactualizo a imensidão do conceito deflagrado
Na vizinhança do juízo cognitivo que não reforço!

Converto-me em algo anónimo no acto de fruição
Ou na conversão favorita da inactividade original,
Mas a fecundidade expansiva do espírito marginal
Contempla o húmus energético na doída destruição!

A ansiedade operativa na ignorância da ontologia
Visa incluir a estrutura existencial da morfologia,
Quando há somente o consenso nefasto e legítimo!

Suponho-me na orgástica dor da alma intempestiva,
Se a inequívoca força experiencial e intersubjectiva
Revê o sofrimento existencial no desprezo marítimo!
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Poemas

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Explosão removida

Decreto o "Eu" quando consigo explodir o esforço
Na remoção do pensamento e reter-me retrógrado,
Se reactualizo a imensidão do conceito deflagrado
Na vizinhança do juízo cognitivo que não reforço!

Converto-me em algo anónimo no acto de fruição
Ou na conversão favorita da inactividade original,
Mas a fecundidade expansiva do espírito marginal
Contempla o húmus energético na doída destruição!

A ansiedade operativa na ignorância da ontologia
Visa incluir a estrutura existencial da morfologia,
Quando há somente o consenso nefasto e legítimo!

Suponho-me na orgástica dor da alma intempestiva,
Se a inequívoca força experiencial e intersubjectiva
Revê o sofrimento existencial no desprezo marítimo!
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O visível indicia o invisível

Tudo o que é tem de se simbolizar a si mesmo, pois o visível
Acusa o invisível quando se espelha na dilatação extrínseca,
Nunca reapareço ao singularizar esta relatividade intrínseca
Ou a exterioridade estática que determina a ficção plausível!

Abstraio-me com o movimento formativo e verto o dinamismo
Quando energizo o que desqualifico no espaço sem sequências,
Adultero o tempo e o acto de viver ao rasgar as incongruências,
Rompo-me no constrangimento do peso e sublimo o pessimismo!

Inauguro o controle da metamorfose e solidifico-me no enigma,
Sou a multiplicidade da tonalidade policromática e que estigma
A posteridade arrítmica na pulsão da alteração do desequilíbrio!

O desentendimento destapa a acção da imaginação e reconstrói
A faculdade de julgar, se a formatação inconstitutiva me destrói,
Sou inesgotável na inflexão do conhecimento quando me ludibrio!
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