Poetisa, mulher, mãe e avó, amiga e companheira, assim, meio quântica e transcendental, amante das coisas belas; a poesia comanda: sou Xerez, sou Fernanda
Quantos amanheceres já vivemos? - foram tantos, que nem percebemos sinceridade nos prometemos fidelidade mantemos nosso amor protegemos __ lindo envolvimento temos...
Quero tantos outros amanheceres e sem perceberes aninhar-te-ei em meus braços te confortarei com abraços __ nossos corpos lindo um laço...
O infinito é o espaço onde depositamos nossos sonhos a cada novo amanhecer e quando - novamente - adormecer __ quero me perder em teu regaço...
178
AMANHECER - XXXIV
Vem, te ofereço novos amanheceres, quem sabe tua alma adormece e teu coração ___ descansa deste tão triste penar!?
Vem, te ofereço novos amanheceres, junto com todo o amor que tenho e nos meus ___ braços tu adormecerás!
Vem, te ofereço novos amanheceres, de onde tirarás força para seguir e criar em ___ teus versos asas para voar.
157
AMANHECER - XXX
Quem sabe noutros amanheceres eu terei novos pareceres desta humanidade, destes seres
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Eita!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom