Poetisa, mulher, mãe e avó, amiga e companheira, assim, meio quântica e transcendental, amante das coisas belas; a poesia comanda: sou Xerez, sou Fernanda
Quando pressinto tristeza me encolho em posição fetal...
Sinto falta do colo da minha mãe. Sou criança...
A tristeza vem lá na esquina e eu já a sinto perto...
É pressentimento, espero sempre que eu estevja errada.
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O AMOR VERDADEIRO - II
O amor verdadeiro é íntegro e fiel, puro e delicado, embora, nem sempre compreendido, afinal este mundo anda ___ pelo avesso.
O amor verdadeiro suporta tudo calado, não diminui o poder, não se magoa e, quando a mágoa vem (somos humanos), é dissipada como ___ uma neblina que passa.
O amor verdadeiro perdoa sempre e enfrenta todos os frontes, todas as tempestades e o maior calor ___ nos desertos da vida.
O amor verdadeiro é resistente, qual uma flor ___ no oásis...
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NÃO MANDO RECADOS
Não mando recados, pois sou: - rápida - certeira e - objetiva; Amanheci festiva e te digo hoje: és o meu amor, disso não duvide, fazendo favor... pois quem te afirma isso, é a tua Flor*
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Eita!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom