Poetisa, mulher, mãe e avó, amiga e companheira, assim, meio quântica e transcendental, amante das coisas belas; a poesia comanda: sou Xerez, sou Fernanda
Assim procedendo, estarás fazendo a vontade do Pai.
'' Quem é o nosso irmão ''?
211
HORAS AMARGAS - XII
Do outro lado das ondas Fica o meu castelo Num mundo distante Onde o tempo é contado Em horas amargas Eu guardo: ______Sonhos ________Poesias __________Amores Lá eu sou feliz Tenho tudo que quero Também espero Um dia poder ali Dormir eternamente!
132
QUANDO VEM O AMANHECER
Vem a noite e com ela, o silêncio... o latido do cão ao longe;
A noite traz consigo seus mistérios... e segredos juramentados;
E quando chega a noite madrugada fria... vento balança as árvores;
Os fantasmas da noite passeiam... se cumprimentam e conversam;
Quando vem o amanhecer: ____ o silêncio cessa ____ o cão fareja comida ____ os segredos são guardados ____ os mistérios conservados ____ o vento acalma-se ____ os fantasmas voltam a dormir o sono eterno...
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Eita!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom