Poetisa, mulher, mãe e avó, amiga e companheira, assim, meio quântica e transcendental, amante das coisas belas; a poesia comanda: sou Xerez, sou Fernanda
O silêncio de uma flor flor que prefere calar calar ou falar? ela escolhe escolhe o silêncio
Silêncio para refletir refletir o que se passa passa em sua vida vida imersa em silêncio;
Silêncio para manter manter a harmonia harmonia que vigora vigora no silêncio;
Silêncio que acalma acalma a alma agitada agitada e que precisa precisa de silêncio;
Silêncio de uma flor Flor do Deserto deserto onde habita habita o silêncio!
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VAI UM CAFEZINHO AI? - V
Estou aqui pensando pensando no que fazer fazer nesta noite noite de muito calor
Calor combina com água água de coco? sorvete? sorvete de café café de todos os jeitos
Jeitos de fazer, são variados variados e tem o tradicional tradicional do tempo da vovó vovó nem conheceu a cafeteira
Cafeteira moderna, elétrica elétrica eu fico quando tomo café café é energizante e o sono passa passa a vontade de dormir
Dormir pra quê? vou é compor compor e ver o sol nascer nascer bem na minha janela janela aberta para a vida
Vida que (re)começa cada manhã manhã que lembra-me café café é algo em que amanheço amanheço pensando!
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VAI UM CAFEZINHO AI? - VI
Sento-me para escrever escrever, escrevo em todo lugar lugar bom é onde tem café café para animar
Animar e trazer beleza beleza para as poesias poesias calam fundo n´alma alma de poetisa apaixonada
Apaixonada pela vida vida moldada em versos versos bordados com cuidado cuidado de quem ama
Ama a poesia poesia que aquece aquece meu coração coração que tem sentimentos
Sentimentos que elevam elevam meu espírito espírito que se envolve envolve-se no ato de escrever!
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VAI UM CAFEZINHO AI? - III
Eu queria era tomar um pileque pileque exagerado, bem grande grande quantidade de café café feito na hora, delícia!
Delícia é viver livre livre, leve e solta solta e sem amarras amarras que nos impeçam
Impeçam-nos de tomar café café é imprescindível imprescindível para ser feliz feliz quem tem a liberdade
Liberdade para vir e para ir ir em busca de uma cafeteria cafeteria ''retrô'' numa avenida avenida bucólica e charmosa
Charmosa é esta tarde tarde de verão verão que nos convida convida a tomar um pileque! (rs)
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SAUDADE
Sinto saudade saudade da poesia poesia que afugenta afugenta a saudade!
Saudade que invade invade minha alma alma que chora chora de saudade!
Saudade que magoa magoa o coração coração que está está com saudade!
Saudade que guardo guardo em silêncio silêncio que traduz traduz minha saudade!
Saudade vá embora embora para bem longe longe do meu coração coração que sente saudade!
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O NADA
Tem dias que me sinto escrava do nada e neste nada eu quero navegar, transbordar minha alma daquilo que não existe, sacudir a poeira dos pés e subir o monte santo para encontrar-me com a paz que habita em mim...
Tem dias que vejo o mundo estraçalhado, as pessoas correndo para lá e para cá, perdidas, desiludidas, amendrontadas [e neste vai e vem da turba], tenho vontade de abraçar cada alma, para que encontrem-se com a paz que existe em si...
Tem dias que minha alma vagueia sem destino, [fora do centro], querendo encontrar um norte, um apoio, um suporte, para não perder-me na inexistência ..
132
EM NOVIDADE DE VIDA
Chega o tempo (e já é), em que devemos enfrentar as perdas, viver os (re)começos, e... encarar outros tempos, em novidade de vida!...
Deixar para trás o que passou, aprender com os erros, consertar o que tem jeito, esquecer os equívocos, e... encarar outros tempos, em novidade de vida!...
Evitar fazer do um giro um jiral, super dimensional todo e qualquer mal, permitir-se segundas chances, e... encarar outros tempos, em novidade de vida!...
94
A ESCOLHA DEVE SER SENSATA
As coisas acontecem _____ ao redor [e derredor] e é nossa escolha perceber ou não...
Ao percebermos, podemos escolher que _____ reação teremos ou, se nos fingiremos de mortos...
A escolha deve ser sensata, [ainda que nos maltrate], é melhor do que _____ criar contendas...
[Tudo é uma questão de manter: a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranquilo]...
90
LÁGRIMAS NA CHUVA - XII
Com o tempo aprendi a chorar silente, até com a desfaçatez de ter um belo sorriso nos lábios!
Às vezes o choro assusta, as lágrimas nem sempre comovem, então, por quê expô-las?
Lágrimas na chuva, eis uma forma ''camuflada'' e tão delicada para se chorar!...
Mas tem também a intimidade do nosso quarto, onde o travesseiro é um discreto confidente...
83
APRENDI, A DURAS PENAS
Aprendi a duras penas, a controlar o ciúme, porque se ultrapassar um determinado limite, vira possessividade...
Aprendi a duras penas, que em determinadas situações, calar é a melhor maneira de evitar contendas...
Aprendi a duras penas, que o coração que ama demais deve refrear os excessos, sob pena de tornar-se pegajoso...
Aprendi a duras penas, que amar pode ser bem melhor quando a gente reconhece e respeita a liberdade [de ir e vir do outro],
(...) e que nem sempre precisamos ___ voar juntos!
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Eita!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom